domingo, 30 de agosto de 2009

Seja Amigo do Sexo



“Se você condenar o sexo, então se tornará incapaz de transformar sua energia. E ele é simplesmente energia”.
Ela pode se mover em qualquer direção, para baixo ou para cima.
Se você o aceitar, na própria aceitação ele começará a se mover para cima, pois você está agindo com ele como amigo.
No momento em que você o rejeita, está criando uma inimizade, uma divisão em você mesmo.
A energia sexual voltada para baixo serve à biologia e voltada para cima serve à espiritualidade. Mas é a mesma energia "

Fonte: Palavras de um Homem do Silêncio – Osho




O sexo, ainda é a maior pedra do sapato da humanidade, ainda não sabemos como olhar para ele. Ou exageramos na dose de importância e necessidade ou ignoramos como se nenhuma utilidade tivesse. Na maioria das vezes o reprimimos e daí surge uma infinidade de doenças e perversões. Concordo com o Osho que só ficando amigo dessa energia poderemos usá-la a nosso favor, elevando-a num nível de bem aventurança, saindo de sua escravidão biológica, podendo domá-la e usá-la em nosso benefício.

Namasté!

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Apontar o Dedo para Nós

E Porque sexo é um tabu? No Palavras de Osho

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

ARROGÂNCIA

Nino Ferreira


Essa é a atividade mental mais bloqueadora do crescimento que eu conheço. Trabalho ajudando as pessoas em seu processo de auto modificação desde 1999, é um tempo razoável, e percebi, neste tempo, o que mais empaca um ser humano em seu desejo de evolução, é ela.

Vejo a arrogância como uma postura interna, de “Eu sei tudo”, “eu não preciso de ajuda”, “você não pode me ajudar”, “Eu vou enlouquecer você com meus problemas”, etc. Isso se torna um bloqueio ao aprendizado. Quem sabe tudo não tem espaço para aprender. Não se abre a uma idéia diferente, não se torna flexível, portanto a mudança não acontece e aí a pessoa diz: Tá vendo? Ninguém pode me ajudar mesmo! Daí por diante este ser entra num ciclo vicioso, de desespero, procura de ajuda, recusa (inconsciente) de ajuda, desistência, apatia, desespero...

Muitas vezes, para sair de um problema, é preciso mudar o ponto de vista. Sem flexibilidade e humildade, no sentido de admitir que naquele momento ele/ela não sabe algo, não há movimento libertador, fica-se como um hamister rodando eternamente num mesmo lugar como uma falsa sensação de movimento.

Assim que puder jogue a arrogância fora, ela não serve para nada! Procure a postura do aprendiz, aquela que diz: “Eu não sei, mas quero descobrir”.“Mostre –me outro modo de ver a mesma situação”, “Quero lhe ajudar a me entender”, “Nem sempre consigo, sozinho, resolver os problemas de minha vida”, “Qualquer pessoa pode me ajudar”.”Eu posso e quero receber ajuda”.Posso garantir que é mais inteligente, mais rápido e mais eficiente.
Jogue fora a arrogância!!!!

Namasté!

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Não acredito em Terapia
Somos Mal educados Emocionalmente
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Vamos Acreditar

Meu querido amigo Hod, sugeriu um link para um post dele falando sobre o MUCO Museu da corrupção então aí está: Clique aqui

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O Sol

Arcano 19


“Esta carta representa a satisfação do amor e da amizade e o contentamento que resulta do amor e da devoção entre dois seres humanos. Significa satisfação, contentamento, alegria, sentimentos altruístas, prazer na existência cotidiana, entusiasmo, cordialidade, sinceridade. Habilidade para aceitar a vida conforme ela é e para viver contente”.

Fonte: Tarô Clássico, Stuart R. Kaplan.


Afirmação:
“Eu desfruto os prazeres da vida”.



Floral:
Rock Water – A essência da flexibilidade

Desfruta das alegrias e prazeres da vida, flui com a corrente da vida e aceita as coisas como elas vem, cuida bem de si mesmo é flexível e adaptável.



Neste momento enfocamos o jeito simples de ser que o sol traz, sabendo aproveitar as coisas simples da existência. Privilegiando o conceito humano e o valor da amizade, a alegria de viver. Aproveite este momento para usufruir o simples, da companhia dos amigos, parentes, filhos, esposas. Celebre a amizade, passe calor, gentileza e sorrisos. Dance, cante, abra o sol do centro de seu peito e deixe-o aquecer sua casa, seu mundo!

Namasté!


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O Louco
A Força
O Carro

sábado, 22 de agosto de 2009

VIDA BUMERANGUE


Percebi recentemente uma coisa, a vida funciona como um bumerangue, as coisas que você lança nela voltam como um desses brinquedos, mas cedo ou mais tarde aquela atitude, pensamento, ação; volta.Portanto é bom ter cuidado com que andamos jogando na vida. Que tipo de bumerangue é o seu, é algum que você quer ver voltando? Ou você é daqueles que quando joga algo acha que só seu próximo vai receber? O que você vem recebendo ultimamente já enviou no passado. Não é uma questão de merecimento ou castigo, é uma lógica simples de ação e reação, você recebe aquilo que dá. E não é só em atos, mas em pensamentos também. E às vezes são pensamentos que nem mesmo nós sabemos que temos, a dica vem através do que recebemos.

Normalmente nos consideramos pessoas boas, justas, mas aí vem alguém que nos rouba, engana... E pensamos coitado de mim! Tão bom, tão justo e tão vítima da maldade alheia! Vou dizer uma coisa chata, em algum nível, no passado, você jogou esse bumerangue e ele só esta voltando, às vezes volta com mais intensidade do que a gente jogou, isso porque nossa vaidade precisa de um impacto maior para sair da frente, mas fomos nós mesmos que roubamos e enganamos. E nem precisa ser alguém, pode ter sido a nós mesmos. Nem sempre somos bons para nós, muitas vezes somos só bondade para os outros e nos castigamos com pensamentos depreciativos, muitas vezes, inconscientes.

Então o bumerangue volta e nos acorda, nos mostra que precisamos nos conhecer melhor, faceta por faceta. E são muitas, um universo inteiro a explorar. De agora em diante quando algo desagradável acontecer, não fique só com raiva, aproveite para investigar quando foi que lançou esse bumerangue e procure trocar de peça, jogue outro melhor, para o todo e para você.

Quando algo agradável acontecer, parabenize-se, pois jogou um bumerangue legal, jogue outro!

Namasté!

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O Bom e o Ruim
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O que é raiva?




1- A raiva é uma emoção humana normal
2- A Raiva não é um estilo de comportamento
3- A raiva crônica é um grande risco para saúde
4- É preciso aprender a desarmar a raiva antes que ela se manifeste
5- Quando sentir raiva, que seja de forma eficiente e voltada para a solução, não para a vingança.

Fonte: Como se tornar confiante e assertivo, Robert E. Alberti.


Acredito que para desenvolver gentileza e coração brando, temos antes de domar o cavalo xucro que existe em todos nós. Domesticando essa força podemos usá-la a nosso favor, como energia e vigor para a ação do bem e da gentileza.

Dei um conceito, para ir desmistificando essa emoção que tanto nos dá medo e que aprendemos desde cedo a reprimir, como algo indesejado. Vamos amar a raiva e que a energia do amor a transforme em força vital!


E você, como lida com essa emoção?

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Dia Mundial de Cooperação
Dias Comemorativos
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domingo, 16 de agosto de 2009

O CASAMENTO

Venho percebendo que um problema prioritário nas relações amorosas é a convivência. Saber morar com outra pessoa que é diferente, pensa e sente, age, tem princípios e valores diversos. E ambos querem impor, como regra, seu próprio jeito de viver.
Com o tempo essa insistência vai acabando com a liga, o vínculo afetivo feito nos primeiros encontros. Vejo um massacre à existência do outro em nome do amor, muito parecido com as cruzadas, na qual os católicos queriam “salvar” os pagãos. No casamento, ambos se colocam numa cruzada tentando melhorar o outro. Que amor é esse que quer ver o outro aniquilado em sua existência? Que amor é esse que obriga o amado a fazer coisas de um jeito que não aprecia?

Tem alguma coisa que não está funcionando, mas ninguém para e pensa o modelo. Ninguém vê que o método acaba mais o casamento do que o mantém e esse tipo de amor mata mais do que permite a liberdade de ser.

Vejo muito medo de ser livre, de deixar o outro livre. Isso inclusive é o contrário de casamento, pois ele é uma prisão, é o local de confinamento do ser, um lugar onde o não pode é maior do que o pode! Isso vai matando as pessoas sem elas nem saberem.

Porque até hoje não questionamos seriamente o modelo de amor e casamento, porque aceitamos como certo algo que mais massacra do que traz alegria? Porque temos medo de experimentar uma forma mais livre de relacionamento, onde o outro possa ser mais ele? Ainda não sabemos negociar como pessoas livres, temos que aprisionar para nos sentirmos seguros, afinal confiar no outro é poder prever respostas, e saber como o outro reage, é ter expectativas certeiras do comportamento alheio. No amor não se pode variar, pois isso é assustador e traz o pensamento: Vou ser abandonado!

Logo seguimos mantendo um modelo ultrapassado de amar em nome de uma falsa segurança e conforto. Mortos por dentro, normais por fora. Como dizia Jesus, sepulcros caiados...

Namasté!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Afirmação para o Trânsito

"Amorosamente eu me cerco de motoristas maravilhosos!"


Acho que essa é de utilidade pública, estamos dirigindo como se estivéssemos lutando, essa declaração pode fazer vc ficar tranquilo no trânsito. Experimente!

Outras Afirmações:
Trabalho
Domar a Raiva
Auto estima
Facilidade
 


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Não Chore Homem

Música de Vanessa da Mata

Existe algumas frases dessa música que acho de extrema importância para as mulheres. Apesar dela ter um toque de raiva que para mim não mostra muita inteligência espiritual, acho que serve como ponto de partida para elevar a auto estima das mulheres e força para que elas se elevem e saiam de situações amorosas pouco favoráveis. Vamos aos trechos que achei legal:

“Você me dá muito pouco
Eu vou embora...
Eu vou tentar ser bem mais competente
Na escolha da próxima paixão...”

Nesta parte há a percepção do que se necessita para um relacionamento e a autonomia de ir buscar o que se quer, também mostra auto responsabilidade com relação à escolha do homem, não é um simples “aconteceu”... Eu, mulher, escolhi esta pessoa e posso “desescolher” e escolher melhor na próxima vez, ou seja, demonstra aprendizado e não amargura e desânimo com relação ao destino. Acho isso muito importante para a mulher conquistar. É ela quem manda e desmanda em sua própria vida, ela não é vítima de um homem ou das circunstâncias da vida.

“Eu quero alguém bem melhor...
Alguém que nem você eu não preciso...
O resultado disso é solidão.”


Nesta parte, apareceu um pouco a raiva e a vontade de desqualificar o outro, mas ao mesmo tempo uma consciência do que se necessita num relacionamento e o resultado da insistência num relacionamento insatisfatório: Solidão. Muitas mulheres permanecem num relacionamento por medo de ficarem sozinhas, mas terminam experimentando uma solidão maior e um desperdício de sua vida.

“Mas as coisas não são assim
Não é vovó?
São coisas que a gente não escolhe nunca
As coisas do coração
Não é vovó?
Elas são como são ou a gente muda?”



Essa foi a parte que mais gostei, é a conversa do novo com o antigo(vovó), o pensamento velho diz que somos vítimas da paixão, que não podemos fazer escolhas, que a única saída é aceitar as desventuras e mal estar resignadamente. E o questionamento final é primoroso. É o novo pensamento querendo nascer e questionar o estabelecido, dizendo: Nós escolhemos nossa vida, o destino é resultado de nossas escolhas passadas!

Namasté!


sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Mentes Perigosas – O psicopata mora ao lado

Ana Beatriz Barbosa Silva
Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
218p
Auto-ajuda, Comportamento.


Acabei de ler o livro, achei interessante um tema tão complexo e difícil sobre o ser humano, ser abordado de forma tão leve. Li o livro em horas, rápido. Ele traz muita informação importante. Principalmente como identificar uma pessoa assim, pois esta, segundo a autora, é a única forma de proteção que temos a nosso favor. Já que o encontro com uma personalidade dessas é destrutivo para gente de emoção. Sim, porque os psicopatas são deficientes no quesito sentimento e consciência, aquilo que nos faz controlar nossos impulsos destrutivos com relação aos outros e ao ambiente.

Senti que a autora deu ênfase à questão do bem e do mal, parece que o pensamento relativo, para se proteger de uma psicopata, não é válido, pois turva nossa percepção e nos faz dar chances para que este tipo de pessoa nos destrua.

Ela também afirma que a cultura moderna colabora para a proliferação de psicopatas e comportamentos "psicopáticos" e aponta o individualismo, o relativismo e o instrumentalismo como conceitos que favorecem essa conduta. Culpa principalmente o individualismo. Tenho dúvidas quanto a esse, pois acho que pensar em si e em sua própria alegria pode beneficiar o todo. Penso que o individualismo vem sendo mal interpretado, melhor dizendo, infantilmente interpretado e vivido. Quem começa a pensar em si, não para aí ela também pensa no outro e no ambiente, pois reconhece que não vive só. Outra coisa é que é primordial pensar em si para se safar de um psicopata, pois é justamente por essa conduta de pensar mais na necessidade do outro que na sua própria que o psicopata toma conta de nossa vida.

Bom, eu recomendo o livro, achei gostoso de ler e bem informativo.

Boa leitura!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

MARIDOS GOSTAM DA COMPANHIA DAS ESPOSAS?


Ouço muitas mulheres casadas reclamarem de solidão. Será que
homem não gosta da companhia da mulher? Fiquei me perguntando...Parece que não. Eles casam e fazem tudo que precisam fazer, mas na maioria não desejam a companhia dessa mulher, porquê será?

Claro que tem exceções, mas parece que o comum é o homem fugir da esposa quando o assunto é se divertir, compartilhar momentos de amizade, apoiar. Nessas horas, as mulheres, pelo menos as que eu escuto, se sentem sós, quase como se seus maridos tivessem fugindo, evitando, ficando indiferente. Aqueles homens que escutam, dialogam, se interessam pelos pensamentos de suas mulheres, ficam como se fossem lendas urbanas, só se ouve falar, mas ninguém conhece de fato; ele é sempre o marido de alguém distante, eles povoam a imaginação feminina e habitam nos sonhos das mulheres esperançosas, mas de carne e osso ninguém viu.

Parece que os homens preferem a amizade dos outros homens, como se fosse uma confraria, uma irmandade. Talvez eles se sintam mais compreendidos, sim, porquê, na companhia de mulheres o homem, sempre é um ser inferior, que faz tudo errado e mal feito. Junto de uma mulher o homem é grosso, rude, mal educado, incompetente...Sendo assim não é muito bom ser acompanhado do sexo feminino.

Então eles saem, os amigos são iguais e as outras mulheres que ainda não o conhecem o acham uma maravilha!!! Fica melhor assim. Claro, isso é uma suposição, só os homens mesmo podiam responder a essa pergunta. Por que os homens fogem de suas namoradas e esposas?! Vejam bem, eles não fogem de mulheres, mas da Esposa e Namorada!!! Por que será?

E a esposa que sonha com um companheiro, sente-se solitária, na famosa “solidão a dois”. O que será que acontece? Onde é o desencontro? O que provoca o afastamento? Os corpos estão lá, as obrigações também, mas a alma... Tá looonge...

Ouço muitas mulheres, gostaria de ouvir os homens, eles não falam, se escondem, não se queixam, simplesmente somem. Gostaria de compreender melhor o universo masculino. Do que eles precisam para gostar da companhia de suas esposas e namoradas, talvez eu pudesse contar para elas, e assim promover um encontro! Um encontro de amizade amorosa, um casamento de amigos amantes. Eu gostaria de ver mais esposas e maridos sendo amigos e não concorrentes; um querendo ganhar do outro. Queria ver uma confraria mesclada, uma irmandade mista.

domingo, 2 de agosto de 2009

Vou de coletivo – Uma Carta de Amor

Para Você,

Escrevo estas palavras na tentativa de expressar meus sentimentos...Não é fácil...
O que eu sinto parece mais um mar; imenso, profundo, insondável. Ou pelo menos assim parece...
O que eu sinto parece com o céu, num dia ensolarado, alto, limpo, calmo.
O que eu sinto parece com uma flor; delicado, vulnerável, aberto.
O que eu sinto parece com a noite; silencioso, indecifrável, misterioso.
Às vezes lembra o sorriso de uma criança; solto, inocente, fácil.
Mas na maior parte do tempo é montanha; sóbrio, firme, confiável.
O que eu sinto é simples como a natureza.
É humano e é divino.
É infinito e é um ponto.
O que eu sinto sou eu; e é para você.
Então agora, como uma cachoeira,
Eu verto todo esse sentimento em sua direção.
Receba, sinta!
Isso; é fácil!

Namasté!
Esta postagem faz parte do Vou de coletivo
Blogagem coletiva proposta por Murilo Hidelbrand

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sábado, 1 de agosto de 2009

A Outra (Bolena Girl)



A Outra
(Other Boleyn Girl, The, 2008)
» Direção: Justin Chadwick
» Roteiro: Philippa Gregory (romance), Peter Morgan (roteiro)
» Gênero: Drama/Histórico/Romance
» Origem: Estados Unidos/Reino Unido
» Duração: 115 minutos
» Tipo: Longa-metragem


Achei esse filme interessante para demonstrar como nossas crenças, medos, ambições, podem destruir nossa vida, quando estão em exagero. E também para lembrar que não precisamos da ajuda de ninguém para nos destruir, fazemos isso, às vezes, praticamente, sozinhos.

A personagem principal, Ana Bolena enlouquece a si e ao seu ambiente pela ambição desmedida. E sozinha, praticamente, vai construindo para si e para sua família um mundo infeliz. No desejo de dominar e se sentir vitoriosa acaba, literalmente, perdendo a cabeça. Todas as suas ações, que inicialmente pareciam funcionar muito bem. Viram-se contra ela, que desesperada só faz piorar a cada tentativa de manter seu projeto.

Esta história me fez lembrar, que é importante reavaliar os resultados de nossas escolhas, passo a passo, com olhos abertos e vigilantes lúcidos e, sem se sentir diminuído, mudar nossas estratégias à medida que verificamos não ser bom para nós e para os que nos cercam.

Claro que o filme pode ser visto sob outros aspectos, escolhi esse por estar dentro dos conceitos do blog, que é usar as experiências como ponto de reflexão para a mudança e aperfeiçoamento interior.

Bom Filme!


Veja outra resenha do filme em:
Cinema e Variedade  e
Sinopse e trailer


Outros filmes:
Banquete de Amor
Milk A voz da Igualdade
As Cinco Pessoas que Você Encontra no Céu
Feitiço do Tempo