domingo, 30 de outubro de 2011

Crianças Índigo



A Carla Martins sugeriu um tema, pelo Facebook:

“Crianças Índigo, o que tu achas do assunto?”


Pelo que eu li, acho uma boa notícia, como uma boa nova mesmo. Explico: Há um sistema criado por Ann Tappe, uma parapsicóloga americana, que em 1982, classificou os humanos de acordo com a cor de sua aura espiritual. Cada pessoa teria uma cor em função de sua personalidade e interesses. Sei pouco sobre isso, mas acredito que as cores estavam relacionadas com os chackras (rodas energéticas que existem ao longo do corpo, são 7 as principais) A de cor índigo está relacionada ao sexto chackra, localizado entre as sobrancelhas e que domina as percepções elevadas e os poderes psíquicos, que reflete uma espiritualidade mais desenvolvida.

A partir da década de 1980, começou-se a notar o nascimento de pessoas diferentes, crianças com habilidades especiais tais como, serem socialmente refinadas, maior sensibilidade, desenvolvimento profundo de questões ético-morais e personalidades peculiares. Possuem maior intuição, espontaneidade, imaginação, dons paranormais, boa parte sendo diagnosticada como portadoras de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade.

A essas crianças foram dadas o nome de Crianças Índigo, pois teriam a aura dessa cor. Seriam uma nova geração de pessoas mais elevadas espiritualmente, nascendo com capacidade de fazer transformações significativas na vida dos outros seres humanos. Parece que aqui no Brasil, este tema ficou em evidência depois de uma palestra de Divaldo Franco (renomado espírita brasileiro).

Penso que a boa notícia sobre este assunto, que não é científico, é que há um sinal de evolução em nossa trajetória. Estas crianças, algumas delas hoje já adultas, precisam ser bem desenvolvidas para poderem inspirar todos nós a uma vida mais harmoniosa e feliz. E nós já estamos produzindo-as! Esta é uma boa nova!


Namasté!

Ver palestra de Divaldo Franco aqui
Fonte Wikipédia – Crianças Índigo


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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Quando o Cotovelo Dói




Valéria do blog Amores do Velho Chico me pediu para listar músicas que embalam essa dor tão comum que é a dor da rejeição amorosa. Devo confessar que não é prática minha, nem ter dor de cotovelo, nem usar música para curti-la. Nos poucos momentos que aconteceu isso eu preferi o silêncio e o som de meus próprio soluços.

Bom, mas gosto de música e puxando da memória algumas vieram. Músicas que falam desse momento da vida. Aí estão elas:

Obs.: Todas as letras falam da experiência de ser abandonado/a ou maltratato/a  afetivamente. Para conferir é só clicar em "Letra" e poderá ler o que se canta.

Obs. 2: Adele e Amy capitalizaram sua dor, escreveram músicas que as levaram ao topo das paradas musicais e as deixaram milionárias! Prá você ver que podemos ganhar até com a dor!


1- Garçom - Reginaldo Rossi ( Letra e   Vídeo )





2- Detalhes - Roberto Carlos  ( LetraVídeo  )




3- Adele - Rolling In The Deep Vídeo e Letra com tradução




4- Amy Winehouse -  Back to Black   ( Vídeo e Letra com tradução )




5 -  Nara Leão - Com açúcar e com afeto ( Vídeo e Letra )




6 -  Bill Withers - Ain't no Sunshine ( Vídeo e Letra traduzida )




7- Nana Caymmi - Não se esqueça de mim (Vídeo e Letra )




Sei que tem muito mais, contudo preferi ficar com as que apareceram espontâneamente na minha lembrança.

Divirtam-se... Ou não...

domingo, 23 de outubro de 2011

Dia Precioso




“Hoje é outro dia preciosos sobre a terra, vamos vivê-lo com alegria.”
Louise Hay


Pensei em como fazer isso, dizer esta frase e sair para um dia num país em guerra, por exemplo. Deve ser difícil ou mesmo impossível. Mas então veio uma hipótese, será que uma pessoa com uma mentalidade dessa viveria muito tempo num país assim?

Existem pessoas que estão vibrando em guerra mesmo sem ter consciência disso e elas se juntam em lugares para realizarem suas crenças. Se, por acaso, alguém mudar de mentalidade, muda também de país, a guerra não acaba, mas a pessoa é tirada da situação.

Tem uma idéia que diz que cada um vive o que acredita profunda e constantemente, mesmo as coisas desagradáveis, elas não sabem que crêem nisso, na maioria das vezes, mas a sua própria realidade conta, através das vivências, no que ela anda focando sua atenção.

Sabemos pouco sobre o que nos governa, na maioria das vezes seguimos cegos e surdos as nossas forças internas. Confiamos muito no nosso consciente, só que ele é realmente a ponta (inha) do iceberg. Dizemos: Eu só quero o bom, só desejo o bem, mas tenho experiências horríveis com pessoas e situações traumáticas. Por quê?

Acredito que não olhamos fundo nossa mente, ficamos na superfície e não conhecemos crença e vivências enterradas no fundo de nossa psique. Para mim são elas que nos jogam nas experiências boas e ruins. A questão é que não assumimos responsabilidade, gostamos de parecer vítimas do destino, algo como sorte ou azar. É claro que não controlamos tudo... Mas também não somos folhas ao vento. Eu penso que dançamos com o universo damos um passo e ele responde, ele dá um passo e nós respondemos, se nos harmonizamos essa dança fica gostosa mesmo quando é mais agitada, se não nos harmonizamos, atropelamos os acontecimentos e somos atropelados por ele.

Temos que sentir o ritmo da vida e nos encaixar nele, então mesmo quando vier turbulência passaremos por ela com serenidade e poderemos realizar a frase que citei no começo. Viveremos com alegria um dia precioso! Seja ele em que lugar for.

Namasté!


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domingo, 16 de outubro de 2011

Risco




O que é se arriscar?... Penso que deve ter algo ligado à dor... O risco maior que temos é nos machucar e nos machucar implica dor, seja ela dor física ou dor emocional. E o risco maior, para os ligados ao corpo, é a morte; a morte do corpo ou a morte psíquica ou ainda apenas a sensação de morte; quando estamos apaixonados e o objeto da paixão se vai para longe é esta a sensação que temos, a que morreremos ou que foi tirado um pedaço e o vazio cria uma dor que sufoca.

Então eu acho que quanto mais uma situação é passível de provocar alguma dor, mas achamos arriscado. O interessante é que não dá para viver plenamente sem sentir, pelo menos uma vez, dor... Quando falamos da vida esquecemos este detalhe, só dizemos que é bonito, é um presente, uma dádiva divina, que é algo que temos de mais precioso. E isso é verdade, mas dentro disso tem a dor.

Uma parte da vida é se relacionar com a dor e quanto mais negarmos isso mais sentimos dor, e pior, reincidimos nas mesmas situações dolorosas, repetimos, repetimos, repetimos sem quase aprender nada com ela, a não ser ficar ressentida e sem fé. Aborrecemo-nos mesmo! Começamos a duvidar da alegria e por aí vai.

Precisamos enfrentar a dor, ser amiga dela, ela é professora e, por incrível que pareça, quer nosso bem. É ela que nos dá limites e nos mostra os caminhos melhores. Não precisamos temê-la, mas respeitá-la, ouvi-la, aprender com seus ensinamentos.

Então a vida e o risco nem parecem mais algo a evitar, podemos, de vez em quando, mergulhar nele, pois sabemos que sairemos do outro lado mais fortalecidos e sábios.

Namasté!


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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Sem endereço



O amor não tem endereço
nem de chegada, nem de partida
É como o ar
não tem moradia, é de todos
e de ninguém.

Nanda Botelho.



Achei que Salvador Dalí e liberdade combinavam, para mim ele foi bem corajoso de ser louco, e só os "loucos" podem amar realmente. Precisa-se estar livre de amarras e conceitos para poder saborear este sentimento.

sábado, 8 de outubro de 2011

A Delicadeza da Mente Humana




A mente humana é muito delicada. Qualquer coisa a marca. Uma criança é alguém que precisamos proteger. Pois seu cérebro em formação pode ser marcado de maneira definitiva por um simples comportamento descuidado. E daí para formar um adulto abaixo de seu potencial é facinho.

Abandono e mau trato são os mais óbvios comportamentos que causam um desencaminhamento de virtudes. Mas esses não são tão perigosos, pois são visíveis. Pior mesmo é o desinteresse ou falta de sintonia parental. Um pai ou mãe mais ocupado consigo mesmo do que com as necessidades do filho.

E isso inclui aqueles pais amantíssimos que trabalham tanto para “dar tudo ao filho” que ficam tão esgotado energeticamente que nem olham para o tal filho. Só querem saber de dormir, relaxar, se isolar numa TV ou jornal. A paciência falta, o desejo de sumir é recorrente e ele é permeado por uma sensação de injustiça eterna, já que o filho não reconhece o sacrifício que ele faz.

O filho reclama, se rebela, se afasta e o pai não entende. Nossa mente é alimentada, principalmente, pela sensação de que somos imprescindíveis para quem elegemos como figuras significativas. E na maioria das vezes só reconhecemos isso quando as pessoas nos olham com empatia, paciência, carinho e firmeza. Não adianta estudar na escola mais cara, ter toda a tecnologia possível, vestir-se com grifes famosas, viajar, ter uma casa de matar de inveja. É preciso sentir o afeto vindo do calor de um olhar.

Nossa mente é frágil, precisa de proteção, de dedicação. Conforto material é bom, mas não é tão importante quanto paciência e firmeza parental, na educação de uma pessoa.

É a falta disso que gera, acredito eu, a maioria dos comportamentos tresloucados dos seres humanos, com a exceção aí dos que já nascem desconectados afetivamente (psicopatas).

Namasté.


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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Carma e Reencarnação



Elizabeth Clare Prophet e Patrícia R. Spadero
Tradução: Maria Odila Pereira Miguel
Rio de Janeiro: Nova Era, 2008
206p



A autora é uma americana que desde a década de 1960 trabalha com temas ligados à espiritualidade. E traz uma perspectiva que acho interessante para lidarmos melhor com as bênçãos e desafios do caminho da vida. A idéia de carma. Que “nos diz simplesmente que tudo o que acontece conosco no presente é resultado daquilo que nós mesmos desencadeamos no passado – seja há dez minutos ou há dez encarnações”, “nos indica, basicamente, que tudo o que fazemos voltará para a soleira de nossa porta, algum dia em algum lugar.”

Isso é uma coisa que parece muito lógica, aquilo que plantamos colhemos. Esse conhecimento exige que prestemos mais atenção ao que estamos fazendo momento a momento. Nos chama para responsabilidade daquilo que acontece em nossas vidas e nos dá amparo para enfrentar os desafios que, às vezes, nos tiram as forças. Acho inteligente aprender esse conceito para forjarmos uma vida mais gratificante.

A autora, às vezes, cai num exagero, que beira a condenação religiosa, mas nada que atrapalhe muito a leitura do todo. É preciso ter cuidado para não confundir carma com castigo ou punição. Ele é apenas um resultado e tem muito a ver com nossa intenção consciente e conhecimento espiritual, quanto mais sabemos, mais responsáveis somos.

De qualquer forma o livro abre a mente e ensina como superar as dificuldades e aproveitar as bênçãos que recebemos ao longo da existência. Dá muita ênfase à prece, à mentalização elevada e positiva, como meio de purificar resultados negativos. E, o mais importante, como aprender a desenvolver virtudes a partir das dificuldades e dores.

Boa leitura!

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