A Carla Martins sugeriu um tema, pelo Facebook:
“Crianças Índigo, o que tu achas do assunto?”
Pelo que eu li, acho uma boa notícia, como uma boa nova mesmo.
Explico: Há um sistema criado por Ann Tappe, uma parapsicóloga americana, que
em 1982, classificou os humanos de acordo com a cor de sua aura espiritual.
Cada pessoa teria uma cor em função de sua personalidade e interesses. Sei
pouco sobre isso, mas acredito que as cores estavam relacionadas com os
chackras (rodas energéticas que existem ao longo do corpo, são 7 as principais)
A de cor índigo está relacionada ao sexto chackra, localizado entre as
sobrancelhas e que domina as percepções elevadas e os poderes psíquicos, que
reflete uma espiritualidade mais desenvolvida.
A partir da década de 1980, começou-se a notar o nascimento
de pessoas diferentes, crianças com habilidades especiais tais como, serem socialmente
refinadas, maior sensibilidade, desenvolvimento profundo de questões ético-morais
e personalidades peculiares. Possuem maior intuição, espontaneidade,
imaginação, dons paranormais, boa parte sendo diagnosticada como portadoras de
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade.
A essas crianças foram dadas o nome de Crianças Índigo, pois
teriam a aura dessa cor. Seriam uma nova geração de pessoas mais elevadas
espiritualmente, nascendo com capacidade de fazer transformações significativas
na vida dos outros seres humanos. Parece que aqui no Brasil, este tema ficou em
evidência depois de uma palestra de Divaldo Franco (renomado espírita
brasileiro).
Penso que a boa notícia sobre este assunto, que não é
científico, é que há um sinal de evolução em nossa trajetória. Estas crianças,
algumas delas hoje já adultas, precisam ser bem desenvolvidas para poderem
inspirar todos nós a uma vida mais harmoniosa e feliz. E nós já estamos
produzindo-as! Esta é uma boa nova!
Namasté!
Ver palestra de Divaldo Franco aqui
Fonte Wikipédia – Crianças Índigo
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