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As Vidas de Chico Xavier - Livro

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Como sofreu esta pessoa!... Em alguns momentos do livro cheguei a cogitar se Chico não era um masoquista ou alguém que fez muito mal em outras vidas, pois tinha um carrasco como guia. Foi uma existência sem descanso, nem prazer; de muita dor e mal trato, desde pequeno. E ele teve que suportar tudo de cabeça baixa. Foi sugado pelos necessitados encarnados e desencarnados. O bom é que parece que ele ficou quites, se estava devendo algo, pagou tudo. Seus desafios eram: humildade, abnegação, servir, altruísmo. Ele cumpriu com louvor. Espero que não tenha que repetir nada na próxima! Ah! O filme conseguiu representar bem o livro. Namasté! Leia também: Carma e Reencarnação

Criando União - Eva Pierrakos

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A Eva Pierrakos canalizou uma consciência mais lúcida por alguns anos e fez uma série de palestras que resultaram em livros e um método de crescimento pessoal, chamado Pathwork. Neste livro (Criando União) ela, ou melhor, o Guia, diz que devemos usar os relacionamentos amorosos como meio de amadurecimento e evolução espiritual. É uma boa proposta e uma coisa que faço há anos. Só não me identifiquei muito com o estilo de linguagem, achei meio complicado, aprecio o simples e direto. Mas valeu a leitura. Namasté! Leia também: Fora de Série - Outliers Espíritos entre nós

Inclassificável

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Dia desses, por causa de um cadastro, perguntaram minha profissão. E eu sempre demoro a responder esta pergunta, porque não sei bem como classificar o que faço em uma palavra, sendo honesta com minha tarefa e não me inserindo na seara de outros profissionais. Meu trabalho é inclassificável. Sou formada em Psicologia, mas não sou psicóloga; por uma questão prática, suspendi meu número do conselho e por uma questão metodológica, uso técnicas que não são consideradas psicológicas, como Reiki, Florais de Bach e Tarô. Não sou Terapeuta Holística, porque, apesar de usar técnicas assim chamadas, não as utilizo da maneira que se orienta nesta área. Posso até dispensá-las, pois considero mais um recurso extra do que o foco do trabalho. Às vezes me sinto uma psico-educadora, mas não tenho formação pedagógica. Então não sei se o termo se aplica, sem ofender a turma da educação... Meu trabalho parece filosófico, mas também não tenho essa formação para chamá-lo assim. Tem traços de busc...

Indignação?

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Como vocês sabem eu assisto novelas, desde que me entendo por gente, gosto de histórias. Bom, ao assistir esses folhetins me deparo sempre com uma cena que me deixa... Digamos... Incomodada. É a tal cena de indignação, quando se descobre que alguém mentiu. Fica parecendo que o indignado nunca proferiu uma mentirinha qualquer. Ele lança uma ira demoníaca a quem cometeu a "falha" e se torna mártir de uma causa nobre: A Verdade. Pois bem, porque isso me incomoda? Tenho impaciência com ignorância. É uma falha minha, ainda sendo trabalhada. Irrito-me com a postura escamoteada que temos ao julgar falhas alheias. Não estou dizendo que defendo a mentira, para mim ela é uma tolice, é uma vontade de proteger nosso ego. Deveríamos mesmo ser mais honestos e perder ou passar vergonha com nossas escolhas. Sim, porque, se pensarmos bem, mentimos, basicamente, por dois motivos: medo de perder ou medo de ser humilhado, de passar vergonha. Deveríamos estar mais prontos para perder e...

Devagar, devagarinho

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Algumas pessoas notaram que eu estou publicando menos. Isto se deve a dois motivos. O primeiro é preguiça, esse negócio de ficar com obrigação de escrever me cansou. O segundo é rebeldia, eu sou naturalmente do contra, quando todo mundo diz pra fazer de um jeito eu faço de outro. Disseram-me que devia publicar todo dia, pois as pessoas estão ávidas de novidade e que exigiam isso, então para ser lida eu tinha que ser vertiginosa nas publicações. Lançando questionamentos alucinados e talvez até de hora em hora, este é o ritmo da net, ouvi por aí... Até acredito nisso, mas não quero fazer assim, eu até tentei, mas realmente não é minha onda. Nasci antes da net, sou de um tempo mais lento e fui diminuindo o ritmo até uma publicação mensal, porém sem obrigação; se vier eu publico, se não, nada de texto. Este por exemplo, é o segundo que escrevo este mês, veio na cabeça e eu estava com disponibilidade para escrever. Contudo pode ser que passe dois meses sem escrever nada. Vai ser su...

Caminhar Juntos

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Li um texto sobre casamento ( Será mesmo a perda da identidade? ). Como sempre me boto a pensar... O casamento precisa mesmo ter todos aqueles requisitos de comprometimento ditado anos a fio? Será que para estar com o outro eu preciso abrir mão das minhas preferências? Eu preciso realmente me unir a alguém? E se me unir preciso usar os moldes tradicionais? E se eu não usá-los, minha união estará fadada ao insucesso? A maioria das pessoas que leio ou escuto falar sobre casamento, tem uma percepção parecida. O compromisso tem que ter algo de abdicar, senão não estaríamos investindo no relacionamento. E se o outro não sente que estamos "investindo" se sente inseguro para ser nosso companheiro. Temos que dar provas eternas de que estaremos lá, quando se precisar, mas ninguém sabe realmente isso. Penso então que o casamento até hoje é algo feito de ilusões. Promessas que não são garantias, mas que tratamos como se fosse. E quando a coisa muda a dor é grande, pois cair das...

Na Raiva dizemos a verdade?

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Estava pensando sobre isso... Sempre me disseram que na raiva é que sabemos realmente o que o outro pensa da gente ou o que pensamos do outro. Será isso verdade? Quando estamos aborrecidos com alguém, uma coisa é certa, desejamos que o outro fique triste, queremos magoar, porque este é o impulso da raiva. Então, se conheço o outro, sei o que pode deixá-lo ofendido e escolho dizer exatamente isso, para que ele fique muito desconfortável, bem próximo ao que estou sentindo. Nem sempre o que digo é a verdade absoluta dos fatos, mas serve para ferir e eu uso. Quando a raiva passa, minha necessidade de machucar o outro passa, então eu me arrependo. Mas aí o estrago está feito, essas sujeiras jogadas em cima de alguém levam muito tempo para serem limpas. Não acredito na honestidade da raiva. Acho que seríamos mais sinceros se declarássemos: Estou com muita raiva de você agora, por causa disso e daquilo. Seu comportamento me aborreceu e gostaria que não se repetisse. Isso é honesti...