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Falar Positivês

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Para mim, positividade é a escolha do que vamos focar nossa atenção, é treinar nosso raciocínio a olhar para o que é mais favorável; aquele pensamento que combina mais com nossos desejos. Um exemplo, é sobre se manter saudável. Se queremos isso, é preciso falar e pensar sobre saúde mais do que sobre doença. Pensamos e imaginamos a nós, em estado de saúde, vigor e alegria. Conversamos sobre estarmos bem e o quanto isso é confortável. E transformamos em nossa memória, tudo aquilo que se relaciona com doença em imagens de permanecer saudável. Para este treino podemos começar decorando algumas afirmações, que são declarações de nossos desejos como se já realizados.  "Eu agora irradio uma saúde vibrante." "Eu escolho ser saudável." "Sou saudável firme e confiante" "A saúde é meu direito divino." "Meu sistema imunológico é muito eficiente" "Envio amor para todas as minhas células e elas me respondem com saúde perfeita!" Podemos escr...

Pensamentos Intrometidos quando estamos treinando ser positivo.

Louise Hay chama os pensamentos intrusos de erva daninha, ou seja, algo que a gente não quer no nosso jardim do subconsciente, mas que teima em nascer. Todos nós temos, e eles, como são habituais, se tornam involuntários e surgem mesmo quando não queremos e terminam brigando com nossa nova determinação positiva, que está mais de acordo com o que desejamos. No livro Aprendendo a gostar de si mesmo, Louise, aborda este assunto, no passo 9, tenha carinho com o negativo, ela diz que podemos defazer este hábito com gentileza, afinal eles surgiram pra nos proteger em alguma época de nossa vida, se agora, não são mais úteis, é preciso que os liberemos com amor. Ela sugere que quando dermos conta que eles estão no comando digamos firmemente: "Eu aogora estou disposta a meibertar de... " É muiot natural que passemos algum tempo percebendo um pensamento contrário ao que estamos desejando agora aparecendo. Eles foram nossos pensamentos de frente por muito tempo. Nada do que é vivo quer ...

O futuro escuro

Quando eu era criança, eu delirava, tinha febres altas por causa de problemas de saúde. Além disso, tinha medo do escuro. A noite, hora da paz pra o sono, era um horror pra mim. Eu olhava o escuro e acreditava que de dentro dele só sairia o mal, o prejudicial, o que provoca dor. Minhas bonecas, mal iluminadas, faziam caretas; as coisas se mexiam assustadormente. Eu experimentava o desamparo, porque todos que podiam me proteger estavam desacordados. Esta experiência noturna me acompanhou, variando levemente na forma, até por volta de meus 18 anos. Não era toda noite, mas o pavor tem uma maneira de ser lembrado que fica parecedo eterno e sem descanso...  Porque estou falando sobre isso? Porque imagino que nossa mente funciona assim diariamente, ela olha para o futuro e tudo que pode ver é o perigoso, o mal, o problema, o que dá errado.  Vivemos com medo constante porque não sabemos o que pode sair do escuro e, lógico, imaginamos o pior. E esta ideia fica rodando em segundo plano...

Sobre Errar

O que chamamos "erro" acontece em geral em duas ocasiões, quando miramos um resultado específico e ele não acontece, e quando nos comportamos de uma maneira que causa dor ou prejuízo em algo ou alguém ou nós mesmos. Nos ensinaram que quando erramos devemos nos sentir inferiores, incompetentes, maléficos, diminuídos. E isso nos provoca grande medo de cometer erro. Esta deveria ser a estratégia pra evitar o erro, fazer com que nos comportemos com mais cuidado, pra reduzir o dano. Toda nossa cultura tenta controlar nosso comportamento através do medo de ser inferior...  O que acontece no entanto é que continuamos sendo descuidados e escondemos o erro da gente e dos outros.  Ao existir, todos nós erramos alvos e geramos dor nos outros, isso é inevitável. Acredito que o melhor seria observar o que levou à isso e ajustar a mira novamente e novamente até acertarmos o alvo ou mudarmos de ideia sobre aquele alvo. No caso de gerar dor em alguém poderíamos observar se a expectativa ...

Sobre Medo

O medo é uma emoção de resposta rápida pré instalado em nosso cérebro. Ele responde à uma interpretação de risco, perigo. Na medida que vamos crescendo aprendemos com as pessoas que cuidam de nós, e com nossas próprias experiências, o que devemos temer, que tipo de situação é um risco pra nossa saúde e sobrevivência. A partir do momento que aprendemos a resposta é ativada e fica automática, e, às vezes, fora do controle.  Em minhas observações percebi que damos a resposta medo em algumas situações específicas e muitas vezes elas só existe em nossa imaginação.  Sentimos medo quando acreditamos que algo ou alguém vai nos causar dor e desconforto; quando prestamos atenção podemos ver em que circunstâncias nós o ativamos.  A resposta medo serve pra nos deixar alertas e desconfiados, assim nos protege do que pode ferir e causar dor.  Na maioria das vezes isso acontece quando reconhecemos desaparo e risco de morte, ou dano sério à mente e ao corpo.  O medo pode ativar...

Sobre Julgamento do mal

Nosso meio de raciocínio mais usado é o julgamento. Se prestarmos atenção em como pensamos, falamos e descrevemos as situações, iremos descobrir facilmente o quanto fazemos julgamentos. Temos a impressão que sabemos exatamente como a vida deve ser vivida, como as pessoas devem de comportar, o que é melhor fazer. Também somos afeitos a rotular, dizemos: preguiçoso, desleixado, gente ruim, maldoso e agora o famosos tóxico. Temos certeza que o outro fez ou deixou de fazer algo com o intuito de nos aborrecer e prejudicar, sim, porque todo o mal existe na figura que vive fora de mim. Em mim só existe bondade, justiça, equanimidade, honra, retidão. O mal do mundo é o outro. Eu sou o que recebe este mal injustamente, porque eu não fiz nada pra merecer isso. Sempre me comportei tão bem com a figura... Somos todos morais até a raiz do cabelo. O outro é o imoral, errado e ruim. Somos todos os mocinhos tiranizados pelo vilão "o outro". Tudo que eu faço é me defender. Esquecemos que ...

Sobre a raiva

Observando esta emoção  em mim e nas pessoas que me cercam percebi que geralmente sentimos raiva sob duas circunstâncias, quando somos frustrados e/ou quando nos percebemos sendo atacados.  A resposta raiva é automática e natural, no entanto aprendemos que se a temos nos tornamos pessoas más e desagradáveis, sob pena de perder o afeto e o respeito daqueles a quem somos ligados, portanto, nós a negamos ou a disfarçamos criando justificativas morais para estarmos com raiva, o famoso "eu tenho razão". A raiva é uma emoção protetora, se a conhecemos em nós podemos conduzi-la a nosso favor, usando a energia e direcionando a ação para o nosso bem e o bem dos outros. A sugestão é, percebeu a raiva, observe a fonte dela, foi uma frustração? Ou estou me sentindo atacado? Qualquer uma dessas motivações são ligadas ao ego e a nossa vaidade. Nos vemos sendo inferiorizados, menosprezados ou impedidos de realizar um desejo. E isso o ego não aguenta, ele reage com fúria.  Percebendo a e...