segunda-feira, 9 de março de 2015

Casamento e Diplomacia





Algumas vezes um casamento se torna disfuncional. Para uma união dessas, nem sempre se sentir atraído e ter afeto pelo outro bastam. Muitas vezes é preciso ter recursos internos que beiram as técnicas de administração e o trabalho em equipe.

Acho que quando uma casamento reúne mais falhas diplomáticas que acordos diplomáticos ele começa a ser uma situação caótica e que gera desconforto e infelicidade nas partes envolvidas. Nestes casos alguns sentem que não estão sendo agraciados em seus desejos. Claro que muitos desses desejos são baseados em fantasias e ilusões e idealizações que não podem ser realizados pelo outros.

Penso que quando o calo começa a apertar devemos, nos primeiros sinais, reavaliar nossas ideias sobre casamento, papel do parceiro, o próprio papel. Investigar se não precisa atualizar os conceitos, flexibilizando-os ou mesmo excluindo-os.

Costumo dizer que o primeiro passo, pra mim, é realmente conhecer o parceiro, sem ilusões, sem "mas ele/ela deveria ser, fazer assim ou assado." Ver a verdade do outro, qualidades e limitações, aquilo é a essência, ou seja, aquilo que não muda e o que pode ser adaptado.

Sinto que o maior erro no casamento é desejar que o outro seja o que ele não pode ser: Um reflexo exato de nossos desejos.

Namastê!

2 comentários:

Oi queridos/das, adoro ler comentários, contribuam para o meu prazer! Obrigada.