segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Vício e Recompensa





 Descobri:

Quando falamos em vícios estamos falando do sistema de recompensa do cérebro. Aquele que enche suas conexões de hormônios do bem estar (dopamina).Quando este sistema é  hiper estimulado temos um comportamento repetido e intenso, quase sem controle de nossa vontade. É como um motim. O comando passa para outro lugar.

Um viciado é um hiperfocado, e quem manda em seu comportamento é o sistema de recompensa ou o núcleo acumbente. Às vezes parece um zumbi agindo ao comando externo.

Como funciona:

Ao se considerar autor de um comportamento bem sucedido ou interessante o córtex cerebral providencia uma dose do neurotransmissor dopamina para o núcleo acumbente. Quanto mais dopamina recebe mais ativo fica, mais prazer gera. No vício, com substâncias químicas, ele fica dez vezes mais ativo do que seria por meios naturais. Ou seja, o comportamento viciado está ligado a um prazer interno e às vezes excessivo, como no caso das drogas, incluindo aí as lícitas como nicotina, álcool e cafeína.


Namasté!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Estudo de Si


O primeiro passo é sempre a observação. Como cientistas devemos nos educar em nosso mundo interior descrevendo, sem julgar, as emoções perturbadoras. Constatando-as e limpando-as como se faz numa sala desorganizada.

Conhecer de perto as emoções que nos perturbam é o começo da transformação.

Para permanecer limpando é preciso força de vontade, persistência. O estudo de si mesmo leva tempo e nem sempre é uma ação simples. É preciso repetir o exercício muitas vezes, algumas sem aparente sucesso. Mas com o tempo aguçamos nossa percepção sobre as coisas que nos trazem transtornos na mente e sobre nossa própria natureza.

Este exercício resulta em contentamento, que é um estado mental de perene, e calma, alegria, independente do a acontece externamente, e um desapego ao resultado, entregamos cada ato à uma vontade maior que nosso ego.

É o começo do reencontro com sua real natureza, que foi encoberta ao longo de sua existência. É um caminho que vale o esforço. Para mim não existe riqueza maior que a paz encontrada nele.

Namasté!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O Treino Amoroso





Amar é uma questão de treino! Sim, pensamos que já nascemos sabendo amar ... Mas não é isso que as estórias de relacionamento que ouço dizem. Frequentemente os primeiros encontros amorosos são desastrosos. Fazendo algumas pessoas crerem que isso é coisa impossível de se fazer.

Acredito que como demoramos a desenhar uma letra com mais capricho e temos que exercitar infinitas vezes até encontrar o ponto da letra bonita, isso também acontece com a prática do afeto. Uma coisa é você se sentir atraído por alguém e o desejar, gostar da companhia, etc. Outra é você acertar em demosntrar esse afeto, sem machucar tanto o outro... Pensamos que é só gostar e tudo se resolve, mas não é bem assim. Existe toda uma etiqueta amorosa.

Gestos e comportametos esperados pelo amante que se não mostrarmos cria dúvidas, insegurança e até desconforto. Não se fala disso quando se canta o amor. Falta se falar do dia a dia, do convívio, da expectativa do outro.

Nos dizem: "façam o outro feliz!", mas não nos dizem como!! Pensamos que é só ser a gente e se comportar como sempre que o outro vai gostar, porém  não é bem assim, erramos no ponto, no gosto do outro, que no fundo, deseja que nós sejamos aquilo que ele imaginou como bom, e não contou ou se contou não levamos em consideração, afinal acreditamos que ele disse nos amar, o que fazia pensar que nos conhecia.

Então é preciso treinar. Uma, duas, três ou mais vezes. Até acertar na combinação, até encontrar-se a si mesmo, aceitar-se e mostrar quem é, de verdade, para o outro e deixá-lo escolher se realmente quer nossa companhia, e fazer a mesma pergunta para nós, queremos a presença daqule outro como ele realmente é?

Amar é treino e transparência, mas parece que nossos sonhos românticos tiraram esses fatores da equação.

Namasté!

domingo, 2 de dezembro de 2012

Mini-Reflexões no Facebook : Novembro 2012


 




Dia 29, Quinta às 11:27
Estive pensando sobre a insatisfação dos brasileiros com o nome do mascote da copa. Inicialmente não entendi tamanho descontentamento e agressividade com um simples apelido. Até inventar um significado, impróprio, e inexistente em qualquer dicionário de respeito, inventaram! rsrs Daí me veio uma luz. O nome foi criado de forma vertical, pouco democrático, o brasileiro não participou da criação, só
pode escolher entre algumas opções criadas por autoridades distanciadas.
Então vi um bom sinal.
Parece que o brasileiro quer participar da criação das decisões e caminhos que o país toma. E quando é excluído bota a boca no trombone. De uma maneira pouco educada, diga-se, mas está se manifestando contra, repudiando sua própria exclusão no direito de criar para o Brasil, para si. Mesmo que seja um simples apelido! ; )

Dia 28, Quarta às 12:47
Assisti o desenho animado "Valente", fiquei com a seguinte mensagem: nem sempre aquilo que desejamos se resolve da forma que imaginamos, mas se nos aprofundarmos no caminho, mesmo que ele seja torto, podemos ganhar aquilo que precisamos. A
lgo como "Deus escreve certo por linhas tortas". Mesmo que o caminho seja tortuoso e nada parecido com o que pedimos, podemos obter bom resultado se não fugirmos do trabalho.

Dia 26, Segunda às 10:53
Aquele que sabe voar sozinho, sabe ser acompanhado com mais alegria.

Dia 24, Sábado às 10:32
Homens não são seres de detalhes e sim de grandiosidades, rsrs É preciso entender os universos masculino e feminino pra saber o que agrada o outro. Mulheres, ensinem aos homens e vice versa.

Dia 22, Quinta às 10:43
Eu acredito em se preparar para viver, aprendi isso com Amyr Klink que disse uma vez não viver aventuras, pois se prepara para as viagens que projeta.
Como atores que decoram textos e marcações e se preparam para uma cena que pode ser cheia de cacos, improvisos, nós também podemos nos preparar para alguns possíveis caminhos de uma situação, ficando assim mais seguros para na hora improvisar com os inesperados.
Repudio a ideia de que pra viver não existe preparação. Acredito que temos mais de uma chance para treinar uma atitude ou resposta. Mas nos recusamos a prestar atenção e temos uma visão romântica e equivocada de que não temos como nos preparar.


Dia 20, Terça às 10:41
Receita pra uma vida feliz?

Lá vai uma: Vida equilibrada, tudo na medida, doses balanceadas de tudo; presença, ausência, saudade, dor, amor, alegria, tristeza, susto, amizade, inimizade,etc... Tudo regado à gentileza e cortesia. E algumas vezes por ano, de maneira pontual e breve, exageros. Super-dosagem de algo, êxtases ou dores.


Dia 16, Sexta às 11:51
Dia desses, decidi fazer uma meditação. Aprontei-me, coloquei um mantra pra tocar e comecei. O esperado era um momento de paz e silêncio.
O que chegou foi uma mosca, das mais chatas, pousando em tudo que é parte de meu corpo. Segurei durante algum tempo, mas depois comecei a tentar afastá-la. Ela voltava e voltava.
Resultado: fúria e uma desejo de matar apareceram. Neste exato ponto me dei consciência do ridículo da situação e caí na gargalhada.
Ao mesmo tempo a mosca foi embora e a meditação foi terminada, com êxito, no momento da gargalhada. Pois esta é a função da meditação. Dar lucidez em momentos críticos.
Obrigada a mestra iluminada, Mosca Chata.


Dia 13, Terça às 11:41
Quando há exagero no amor próprio, tornamos-nos avarentos, só querendo o bom para nós, só pensamos em nossas necessidades, esquecendo que não estamos sós no mundo. Sentimos tanto medo que precisamos ter uma vaidade enorme como escudo.

Sentir-se superior aos outros não é amar a si é sentir medo.

Quando há exagero no "amor próprio" podemos supor que há medo por trás.


Dia 10, Sábado às 18:38
...depois de muito caminhar com a humanidade, percebi que o fruto mais doentio da sociedade é a intolerância. A ideia de que sabemos, com certeza, o que é melhor pra todo mundo. Sim, cada um tem uma expressão de vida diferente, e muitas vezes tão antagônicas ao que sentimos que parecem erradas. Profundamente erradas. Penso que um parâmetro razoável seria saber o grau de prejuízo di
reto que um comportamento causa em outra pessoa. Sim, algumas pessoas irão se entusiasmar pelo combate, mas será que não o fariam independente de qualquer exemplo? E será que se tiver um meio justo e dentro de regras de extravasar esta agressividade, não seria melhor? Será que o papel da educação não é orientar as pessoas para usarem melhor seus impulsos e instintos? E não reprimi-las e julga-las doentes por terem comportamentos diferentes e até agressivos? Será que já é hora de extirpar a nossa agressividade? Às vezes penso que a doma é o melhor caminho, com paciência, sem negar os lado esquisitos que temos, irmos acalmando. Entendo sua preocupação, e seu direito e dever de se posicionar, não sei se percebeu, mas com sua questão fez muita gente pensar. No meu entender esta é a melhor educação, a que cria oportunidade de entender e reorientar. Mostrar pronto o que é certo é duvidoso e um passo pra a ditadura, esta uma das piores violências do comportamento humano. Quero lhe parabenizar pela iniciativa, usar este meio pra debates é um dos melhores usos para a ferramenta.

Dia 10, Sábado às 14: 46
Gosto de troca de ideia, já deve ter percebido! rsrsr Pra mim é o caminho de mudanças acontecerem. Procuro não ter certezas também, o que é difícil! rsrs Certezas fecham a visão. Estou aprendendo a deixar portas abertas, receber visitas e aprender com elas. Procuro não barrar ninguém, nem sempre consigo. Mas quando o faço saio mais rica.

Dia 10, Sábado às 14:45
Simplesmente acredite que pode ser um canal e siga as setas, pistas que a vida vai dando pra vc fazer o que precisa. Foi assim comigo. A pior coisa que pode acontecer a um humano é desanimar, a vida exige ânimo. É disso que vc foi feita, em muitas culturas alma é sinônimo de ânimo. Não perca sua alma. Descanse quando preciso, mas logo depois se ponha em movimento. Os humanos precisam de pessoas bem intencionadas e criativas. Pense como se a terra fosse um jardim da infância, a maioria é aluno, mas tem muito professor também. Quem já chegou em mais altas esferas tem responsabilidades.

Dia 10, Sábado às 14:39
...às vezes é preciso contornar uma grande montanha, mas cuidado com a palavra "nunca" ela só tira energia e nem é tão real assim, é só colocar tempo em cima do nunca e verá ele se esfacelar. Gosto das vias alternativas. Inicialmente são pequenas, mas depois tomam a frente. Mesmo que pareça pouco devemos preparar bastões para as próximas pessoas, a mudan
ças ocorrem como numa corrida de bastões um passa para o outro sua descoberta. Não se ocupe muito com a mídia em massa, crie a sua, brinque com ela, e outros chegarão. Cada um tem um lugar no mundo e quando a mudança é estabelecida algumas coisas desaparecem, sabia que tínhamos rabo? rssr Ele sumiu, junto com os pelos, a cabeça grande o andar curvado.

Dia 10, Sábado às 14:34
Acredito que estamos indo bem, segundo Eduardo Bueno passamos mais de 200 anos estagnados intelectualmente, por causa dos jesuítas, então é claro que temos uma defasagem neste quesito, estamos engatinhando. O brasileiro médio ainda tem muito chão pela frente. Estamos chegando
agora à Universidade. Iremos ter melhor uso da massa cinzenta! Eu não tenho dúvidas. rsrsr Mas penso que só dizer que não possuímos capacidade crítica, nos joga num círculo vicioso de não obter criticidade. Como obter essa habilidade é que me interessa, então eu penso que os privilegiados da nossa cultura devem inspirar os que ainda engolem sem pensar. Então deveríamos entender melhor a cultura da luta e de dentro dela fazer questionamentos. Ou de qualquer coisa, novela, talk show, reality show, programas de auditório. Entender primeiro e depois mudar. Então deveríamos fazer propagando da Tv Cultura e do Canal Futura como exemplos de mídia nutritiva. Mostrá-los mais atrativos, falar mais sobre seus programas. É uma ideia, apenas.

Dia 10, Sábado às 10:29
Rezo para que os políticos eleitos pela primeira vez não sejam mordidos pela mosca azul do poder e da ganância. E o que já foram mordidos rezo pra que se curem.
Envio para eles meus melhores pensamentos e para quem os fiscalizam desejo que tenham a força moral e a persistência para interromper os caminhos que são desviantes da justiça e dos seus deveres. 


Dia 09, Sexta às 10:41
Gosto da ideia de lucidez transcendente, serenidade criativa. Esta sim, nos leva a um paraíso na terra. Não me interessa mais mudar a realidade externa, a aceito como ela está, estou muito focada em fazer ajustes nas minhas sombras e fazê-las trabalharem a meu favor, a favor de minha alegria.E então poder compartilhá-la com mundo.

Dia 09, Sexta às 10:14
Cair das nuvens é a única forma de fazer uma relação amorosa dar certo, mas muitos não querem, preferem sofrer o sonho.

Dia 08, Quinta às 10:07
Aquilo que não conseguimos realizar é porque nossa vontade não foi forte o suficiente para romper os obstáculos e superar os sacrifícios que a concretização exigia. Nada para se preocupar, a vontade cresce, então é só esperar, no dia que sua vontade tiver mais força que os empecilhos a realização chegará.

Dia 07, Quarta às 13:44
Este é o melhor lugar para se estar: Em harmonia com cada parte da vida.

Dia 05, Segunda às 11:19
Ontem passei de duas horas num estado de raiva, provocada pelo comportamento do meu computador. Ele decidiu quebrar um componente que eu precisava para executar um trabalho, impedindo-me de fazer o que eu queria. Não consegui ajuda técnica para resolver o problema, e fui interrompida no meu projeto. Fiquei tão desgostosa que não consegui fazer mais nada direito. Meu ânimo desapareceu. Fiquei tensa
, sem direção e desencadeei uma leve dor de cabeça que me acompanhou o dia todo.
Em todo o processo, uma parte de mim ficou observando o quão tola era aquela situação. A raiva maior eu consegui desfazer no tempo dito acima, mas o desgosto que ela provocou foi suave e permanente, estragando meu dia.
Foi um dia de aprendizado, sobre como se processa a frustração. Claro que o evento foi pequeno, era uma mostra de como eu reajo a um impedimento de minha vontade.
Com pequenos treinos vou ajustando meu comportamento e emoções. Eu agradeço o dia de ontem pelo aprendizado de hoje. E prometo, na próxima vez, tentar usar o que aprendi.
Hoje acordei bem, de uma noite de bom sono, ainda um pouco cansada da "briga" de ontem, mas com ânimo novamente.

Dia  02, Sexta às 9:28
Prefiro apontar o que já funciona. Criticar parece que a maioria faz, mas avaliar negativamente algo não é complicado. Resolver o que não está funcionando é que é difícil. Então, se não tenho uma solução, ideia ou ação para solucionar a falha. Prefiro falar do que está dando certo. E, se tivermos boa vontade encontraremos muitas coisas funcionando bem. Vamos nos interessar pelo que pode dar certo?



Namasté!

sábado, 1 de dezembro de 2012

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Mini - Reflexões no Facebook - Outubro 2012




Dia 31, quarta às 11:30
A gente só não falha naquilo que está muito habituado a fazer. Mas quem está aprendendo algo novo sempre erra. O erro é apenas uma maneira de ajustar o que estamos aprendendo a fazer ou criando. Para errar menos é preciso atenção e comprometimento.


Dia 30, terça às 11:50
Pessoas precisam de carinho, atenção; são como flores delicadas, às vezes se sentem desprotegidas. E muitos são famintos de real proximidade. Todos temos medos e precisamos de apoio. Acho que os Beatles estavam certos; tudo do que precisamos é amor, no formato de atenção, calor, carinho, gentileza e sensação de importar para alguém. Isso acalma, sereniza, desperta em nós o que temos de melhor.


Dia 23, terça às 11:29
Acredito que quando não realizamos um objetivo é porque não o queremos tanto assim, talvez seja mais por dever ou por achar que é certo fazer. Estou convicta de que quando realmente queremos algo, não há desculpa que nos impeça. Ganhamos uma força e disciplina dignas de um quartel.

Meu conselho, reveja se realmente quer aquilo que não está manifestando, talvez só esteja perdendo tempo e energia numa coisa que nem é sua cara. rsrs




Dia 16, terça as 11:09
Quanto mais tempo ficamos em um relacionamento, mais restrito o tornamos. Aprendemos que compromisso é sinônimo de reclusão, então nos aprisionamos, e ao outro, numa série de regras que mais matam o amor do que o fazem dar frutos. Depois reclamamos que somos infelizes e colocamos a culpa no parceiro/a.

Precisamos aprender amar em liberdade, restringindo o mínimo possível. Um parceiro livre é um amante vivo, e um ser que está vivo é caloroso, dedicado, leal, gentil, feliz.Reproduzimos assim o ideal de relacionamento que tanto queremos.

Somos nós e nosso comportamento que mantém a chama amorosa, se colocamos uma redoma no outro, tiramos seu ar, o que provoca sua morte.

O amor é uma flor selvagem, não deve ser aprisionado em restrições comportamentais.

Para Dylla Aroucha


Dia 13, sábado as 12:33
Um rebelde é alguém que está inconformado com o estabelecido, com as regras postas. Por um lado é bom não estar conformado, não tomar a forma pronta e busca algo mais personalizado, por outro lado deve-se ter cuidado para não derrubar o que serve e pode facilitar a vida. Devemos ser zelosos com as pessoas que nos querem bem, mesmo que elas não estejam compreendendo nossas necessidades. A rebeldia deve ser sempre criativa e não destrutiva. Cuidemos para não desfazer o que é nosso apoio para crescer.

Para Marília Marinho




 Dia 12, sexta as 10:21
Amizade é, para mim, um sentimento caloroso de simpatia por alguém. Algumas dessas pessoas se tornam mais íntimas, compartilham o dia a dia e outras, menos próxima fisicamente, são simpatias calorosas que aparecem só de vez em quando para ensolarar e modificar a rotina.

Eu sinto amizade por muitas pessoas que cruzaram meu caminho. Desde aquelas que ficaram só um dia até as que me acompanharam por muitos anos. Sinto-me afortunada por sentir tanto carinho das gentes amorosas do planeta terra.

Tenho uma mão grande com milhares de dedos. Por isso conto nos dedos dessa mão meus amigos.




Dia 04, quinta as 11:02
Conversando com Denize Oliveira :

Descobri que ajustar percepção não precisa ser complicado, basta atenção e dedicação. Aprendemos desde cedo a nos dedicar mais aos outros que a nós mesmos, tomamos isso como quase um pecado: o egoísmo. Mas cuidar de si pode ser tão altruísta quanto cuidar de outrem. Estando bem conosco fazemos bem pro mundo. Reconhecer falhas pode ficar mais fácil se a entendermos como fases de um processo, elas aparecem pra nos ajudar no ajustamento, todos que executam algo, falham, e isso não desmerece o aprendiz. Podemos encorajar o ego a ser livre do medo.

Obrigada pela inspiração querida!




Dia 03, quarta as 17:59
Acho engraçado e um pouco inquierante as pessoas aqui no Facebook ficarem enviando recados para inimigos aleatórios e imaginários... Na minha percepção, com esta conduta, terminam criando um mundo cheio de inimizades mesmo. O que mais se teme se concretiza.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Luxo



Deveríamos parar de aprovar e nos deslumbrar com o luxo, acredito que esta atitude nos faz agir maldosamente, diferenciando pessoas e sendo desonestos para ter mais riquezas.
Penso que ainda somos infantis correndo atrás de brilho, glamour. E crianças muitas vezes se encaminham para sua auto destruição por inconsciência.
Namasté!


No Facebook, dia 01 de Outubro as 16:15.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

As Vidas de Chico Xavier - Livro



Como sofreu esta pessoa!... Em alguns momentos do livro cheguei a cogitar se Chico não era um masoquista ou alguém que fez muito mal em outras vidas, pois tinha um carrasco como guia. Foi uma existência sem descanso, nem prazer; de muita dor e mal trato, desde pequeno.

E ele teve que suportar tudo de cabeça baixa. Foi sugado pelos necessitados encarnados e desencarnados.

O bom é que parece que ele ficou quites, se estava devendo algo, pagou tudo. Seus desafios eram: humildade, abnegação, servir, altruísmo. Ele cumpriu com louvor. Espero que não tenha que repetir nada na próxima!

Ah! O filme conseguiu representar bem o livro.

Namasté!

Leia também:
Carma e Reencarnação

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Criando União - Eva Pierrakos








A Eva Pierrakos canalizou uma consciência mais lúcida por alguns anos e fez uma série de palestras que resultaram em livros e um método de crescimento pessoal, chamado Pathwork.

Neste livro (Criando União) ela, ou melhor, o Guia, diz que devemos usar os relacionamentos amorosos como meio de amadurecimento e evolução espiritual. É uma boa proposta e uma coisa que faço há anos. Só não me identifiquei muito com o estilo de linguagem, achei meio complicado, aprecio o simples e direto. Mas valeu a leitura.

Namasté!


Leia também:
Fora de Série - Outliers
Espíritos entre nós

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Inclassificável



Dia desses, por causa de um cadastro, perguntaram minha profissão. E eu sempre demoro a responder esta pergunta, porque não sei bem como classificar o que faço em uma palavra, sendo honesta com minha tarefa e não me inserindo na seara de outros profissionais.

Meu trabalho é inclassificável.

Sou formada em Psicologia, mas não sou psicóloga; por uma questão prática, suspendi meu número do conselho e por uma questão metodológica, uso técnicas que não são consideradas psicológicas, como Reiki, Florais de Bach e Tarô. Não sou Terapeuta Holística, porque, apesar de usar técnicas assim chamadas, não as utilizo da maneira que se orienta nesta área. Posso até dispensá-las, pois considero mais um recurso extra do que o foco do trabalho.

Às vezes me sinto uma psico-educadora, mas não tenho formação pedagógica. Então não sei se o termo se aplica, sem ofender a turma da educação...

Meu trabalho parece filosófico, mas também não tenho essa formação para chamá-lo assim. Tem traços de busca espiritual, o problema é que não sou um ser Iluminado, como os mestre que se colocam nesta posição, então não fico confortável de ser uma mestra.

Eu ajudo as pessoas a pensarem melhor, sobre si e sobre a vida, ajudo a refazerem conceitos que podem ser mais adequados ao seus estilos de vida e que se aplicado podem trazer mais contentamento. Faço um tipo de maternagem, uma re-educação emocional, fazendo com que fique mais claro o que cada um sente sobre si e sobre o mundo.

Busco a lucidez intelectual e emocional, junto com as pessoas que me procuram para atendimento. Apoio, oriento, explico, elaboro e deixo o outro livre para escolher seu próprio caminho. Dou conselhos, quando acho que é pertinente, como sugestões de ação, não como uma regra a ser seguida. Funciona com uns e não funciona com  outros.

Eu só não sei nomear o que faço, acredito que o termo psico-educação é o que mais se aproxima, mas não sei se posso usá-lo. E usando-o se as pessoas iriam entender.

Então toda vez que me perguntam: Qual sua profissão? Sai algo diferente e depois de algum tempo pensando... Desta última vez saiu psicoterapeuta que é mais fácil de ser entendido, mas não estou muito certa que me encaixo aí.

Afinal eu não me encaixo, sou inadequada e não adaptada, estou na margem, sou desviante. Mas não se preocupem, sou justa e transparente então ninguém se dá mal comigo, pois todos sabem onde estão se metendo e são livres para saírem de perto quando quiserem.

Namasté!

Leia também:

Um não método
Com quem eu trabalho


sexta-feira, 13 de julho de 2012

Indignação?




Como vocês sabem eu assisto novelas, desde que me entendo por gente, gosto de histórias. Bom, ao assistir esses folhetins me deparo sempre com uma cena que me deixa... Digamos... Incomodada. É a tal cena de indignação, quando se descobre que alguém mentiu. Fica parecendo que o indignado nunca proferiu uma mentirinha qualquer.

Ele lança uma ira demoníaca a quem cometeu a "falha" e se torna mártir de uma causa nobre: A Verdade.

Pois bem, porque isso me incomoda? Tenho impaciência com ignorância. É uma falha minha, ainda sendo trabalhada. Irrito-me com a postura escamoteada que temos ao julgar falhas alheias. Não estou dizendo que defendo a mentira, para mim ela é uma tolice, é uma vontade de proteger nosso ego. Deveríamos mesmo ser mais honestos e perder ou passar vergonha com nossas escolhas. Sim, porque, se pensarmos bem, mentimos, basicamente, por dois motivos: medo de perder ou medo de ser humilhado, de passar vergonha.

Deveríamos estar mais prontos para perder e não deveríamos ser tão vaidosos, mas não estamos aí, então todos nós mentimos, mais cedo ou mais tarde.

A resposta raivosa à mentira é outra mentira. Dizemos com ela: "eu não minto e sou vítima". Eu não acredito em vítimas, construimos a mentira do outro junto com ele, somos co-autores e se formos bem sinceros veremos. E essa resposta indignada evita que constatemos isso e que resolvamos a questão em si. Jogamos a responsabilidade no outro, não nos implicamos na questão e ainda somos amparados socialmente. É um truque, mais maldoso que a própria mentira. Nos descuidamos do outro, ficamos preguiçosos na relação, a mentira se instala e nem queremos saber, aí ela se mostra para a gente e ao invés de perguntarmos: como foi que aconteceu? Quando foi que me distrai? Porque o outro precisou desse artifício? Onde eu colaborei para que isso acontecesse? A gente faz uma cena, mostra um beicinho e diz: O outro é o inferno! O outro é mau e só ele, eu sou inocente e ingênua, confio e sou traída... Toda essa lenga-lenga que no fundo é também mentirosa. E uma mentira mais nociva até! Porque engana a si mesmo.

Precisamos assumir responsabilidade sobre as coisas ruins e boas que acontecem com a gente, nós somos participantes ativos de nossas vidas. Já podemos sair do papel de vítimas e para isso precisamos de coragem e esforço, pois esta é uma conquista, ela não vem ao nosso encontro, nós temos que ir buscar.

Estou treinando paciência e elaborando minha própria necessidade de mentir, talvez um dia olhe esta cena com compaixão, mas hoje, não.

Namasté!

Leia também:

Verdade e Mentira
Infidelidade

terça-feira, 19 de junho de 2012

Devagar, devagarinho




Algumas pessoas notaram que eu estou publicando menos. Isto se deve a dois motivos. O primeiro é preguiça, esse negócio de ficar com obrigação de escrever me cansou. O segundo é rebeldia, eu sou naturalmente do contra, quando todo mundo diz pra fazer de um jeito eu faço de outro.

Disseram-me que devia publicar todo dia, pois as pessoas estão ávidas de novidade e que exigiam isso, então para ser lida eu tinha que ser vertiginosa nas publicações. Lançando questionamentos alucinados e talvez até de hora em hora, este é o ritmo da net, ouvi por aí...

Até acredito nisso, mas não quero fazer assim, eu até tentei, mas realmente não é minha onda. Nasci antes da net, sou de um tempo mais lento e fui diminuindo o ritmo até uma publicação mensal, porém sem obrigação; se vier eu publico, se não, nada de texto. Este por exemplo, é o segundo que escrevo este mês, veio na cabeça e eu estava com disponibilidade para escrever. Contudo pode ser que passe dois meses sem escrever nada. Vai ser surpresa, o dia, o momento da publicação. Serei intermitente.

Penso também que ficar engolindo informação dá congestão, não serei mais uma a enfiar goela abaixo um bando de palavras que não fazem sentido, só porque as pessoas querem novidade. Quem me ler terá que degustar. Voltar mais de uma vez para o mesmo texto e lê-lo de maneira diferente, até se surpreender com outro texto que virá sem ninguém saber quando, nem mesmo eu. Acompanharei o mistério da vida.

Se ficar sozinha nesta viagem, tudo bem. Se a net me rejeitar por ser uma tartaruga, tá certo. Eu é que não vou me curvar às necessidades alheias. Quem quiser saborear, ler mais de uma vez, refletir, passar um tempo observando um tema, vai gostar. Quem gosta de surpresa também. Treinaremos a paciência, pois o texto não virá no nosso tempo, mas no tempo dele mesmo. Às vezes mais rápido, às vezes mais lento. Ou não virá de modo algum, quem sabe? Esta sou eu na net.

Namasté!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Caminhar Juntos




Li um texto sobre casamento ( Será mesmo a perda da identidade?). Como sempre me boto a pensar... O casamento precisa mesmo ter todos aqueles requisitos de comprometimento ditado anos a fio? Será que para estar com o outro eu preciso abrir mão das minhas preferências? Eu preciso realmente me unir a alguém? E se me unir preciso usar os moldes tradicionais? E se eu não usá-los, minha união estará fadada ao insucesso?

A maioria das pessoas que leio ou escuto falar sobre casamento, tem uma percepção parecida. O compromisso tem que ter algo de abdicar, senão não estaríamos investindo no relacionamento. E se o outro não sente que estamos "investindo" se sente inseguro para ser nosso companheiro. Temos que dar provas eternas de que estaremos lá, quando se precisar, mas ninguém sabe realmente isso.

Penso então que o casamento até hoje é algo feito de ilusões. Promessas que não são garantias, mas que tratamos como se fosse. E quando a coisa muda a dor é grande, pois cair das nuvens não é fácil. Não sou contra união, acho legal andar em par. E penso que deveria ser uma escolha, se estou escolhendo posso "desescolher", e a qualquer momento, e o meu par deve saber isso. Aí me perguntam; e se compramos uma casa juntos ou se tivermos um filho? Essas não são escolhas do casamento, se estou comprando uma casa devo pagar até o fim, se tive um filho devo cuidar dele até ele ser um adulto, com ou sem casamento. Para mim são escolhas separadas. E a de ter filhos é irrevogável... Não se pode devolvê-los...

Agora, ser um par não exige constância. Se acreditamos nisso, somos tolos. A não ser que tratemos o relacionamento como um negócio, uma sociedade. Isso não é para mim. Meu compromisso amoroso é hoje, amanhã não sei. O resto meu parceiro pode contar, se eu não morrer antes dele, pagarei todas as contas que fizemos juntos. Meu afeto ele terá enquanto fluir. Não posso forjar isso. Não está nas minhas mãos. Não sei como faz para reproduzir e o que eu não controlo não posso prometer ao outro.

Tenho um relacionamento anormal há quase 16 anos, tudo torto, mas estou bem satisfeita. Sou acompanhada por alguém perfeito para minhas loucuras experimentais. Só posso falar do que já passou, o futuro a vida pertence, não tenho a mínima ideia do que acontecerá e não tenho nenhuma garantia. Também não dou nenhuma, não sou produto de fábrica. O que vivemos já valeu, não construímos nada, a não ser um céu aberto, dá medo, mas que vida não dá?


Namasté!

terça-feira, 8 de maio de 2012

Na Raiva dizemos a verdade?





Estava pensando sobre isso... Sempre me disseram que na raiva é que sabemos realmente o que o outro pensa da gente ou o que pensamos do outro. Será isso verdade?

Quando estamos aborrecidos com alguém, uma coisa é certa, desejamos que o outro fique triste, queremos magoar, porque este é o impulso da raiva. Então, se conheço o outro, sei o que pode deixá-lo ofendido e escolho dizer exatamente isso, para que ele fique muito desconfortável, bem próximo ao que estou sentindo. Nem sempre o que digo é a verdade absoluta dos fatos, mas serve para ferir e eu uso.

Quando a raiva passa, minha necessidade de machucar o outro passa, então eu me arrependo. Mas aí o estrago está feito, essas sujeiras jogadas em cima de alguém levam muito tempo para serem limpas.

Não acredito na honestidade da raiva. Acho que seríamos mais sinceros se declarássemos: Estou com muita raiva de você agora, por causa disso e daquilo. Seu comportamento me aborreceu e gostaria que não se repetisse. Isso é honestidade. Falar sobre seus próprios sentimentos e não descarregar uma saraivada de críticas distorcidas a respeito do outro.

Podemos repensar o conceito de honestidade. E usá-la a favor de construções afetivas mais eficientes.

E lidar com a raiva de maneira mais inteligente, caminhar, respirar profundamente, distrair a mente até a raiva passar, porque raiva passa e depois dela ir pensamos melhor e agimos mais acertadamente, sem precisar mentir. A calma não é mentirosa, só não tem desejos de magoar ninguém.

Namasté!

sábado, 28 de abril de 2012

O Primeiro Ferimento





Tenho a teoria da dor amorosa inaugural. É quando no início de nossa vida amorosa nos sentimos traídos ou mal cuidados. Geralmente nos apaixonamos por volta dos 14 /15 anos e neste estágio não somos muito cuidadosos com os sentimentos dos outros, nem conseguimos segurar muito nossos impulsos. O resultado é que terminamos magoando e sendo magoados numa idade que  tudo é muito intenso e eternizado.

Carregamos essa ferida mal cicatrizada por décadas e vamos para outras relações amorosas com muito medo e desconfiados. Temos a nítida impressão que vai acontecer tudo de novo. Que vamos sentir dor. Então nos protegemos, fugindo de namoros ou mesmo nos envolvendo, porém com várias defesas, que nos distanciam de nossos sentimentos Às vezes ficamos agressivos e desleixados com o amor romântico. E vamos deixando rastros de desencontros vida a fora.

Temos dificuldade em acreditar no melhor porque as experiências, nossas e a dos outros, nos dizem que isso não dá certo, que todos ficam insatisfeitos e que em algum momento vamos sofrer. Existem dois mecanismos no nosso organismo, um que é pessimista e aposta no pior e outro esperançoso que imagina o melhor. O segundo nos empurra para o próximo relacionamento e o primeiro avisa-nos que é uma roubada; ficamos no meio de duas forças exageradas e ilusórias e terminamos cumprindo a profecia do amor doloroso.

Para acabar com isso é preciso assumir responsabilidade na construção de uma relação, saber escolher um parceiro acrescentando a inteligência e não só a paixão e se esforçar, por um tempo, para acertar as diferenças entre o par. Isso leva tempo, dedicação, maturidade, persistência (e não tem nenhuma garantia) coisa que não nos dizem que precisamos para amar.

Fugir só funciona no começo, depois leva à decepção. Descobrir isso é a função da busca por si mesmo, o autoconhecimento. Só quem teve coragem de olhar realmente para si pode quebrar o círculo vicioso do amor romântico. O caminho desse tipo de amor é trilhado por bravos e só eles conseguem o prêmio do final do caminho.


Namasté!

terça-feira, 6 de março de 2012

Roma e a Violência





Tenho ouvido muito falar sobre a violência que estaria a níveis altíssimos nos últimos tempos... Que o mundo está perdido, que é o fim do mundo. Que as pessoas estão perdendo a sensibilidade, etc, etc.

Então assisti um seriado chamado Roma, onde crianças são mortas a troco de banana, homens negociam sua vida como se estivesses fazendo compras. E uma forma de resolver problemas, muito comum, era eliminando definitivamente quem os causava. Além de intrigas, roubo, estupros, tortura e por aí vai.

Penso que nossa violência não é um mal da atualidade, é apenas uma das forma de nos comportarmos. Infelizmente é dolorosa e trágica, mas não é novidade. Talvez estejamos achando novo, porque passamos quase um século e meio sem apresentarmos tanto este comportamento. As regras morais colocadas no final do século XIX eram realmente repressoras da violência. A partir da década de 60 no século XX voltamos a nos liberar para soltar os impulsos violentos e voltamos a ver nosso comportamento bárbaro, agora via internet em tempo real, isto sim é novidade...

Não estou dizendo aqui que aprecio a violência. Acho-a triste, mas dizer que agora é pior do que antes é não conhecer história da humanidade; nunca fomos melhor. Somos violentos, também.Há épocas que mostramos mais e épocas que mostramos menos, mas a agressividade habita em todos nós.

Creio na evolução, acho que cada vez mais aprenderemos a sermos pacíficos, e  a dominarmos, com inteligência, este gênio e tendência a crueldade que temos. Porém acredito que para isso precisamos encarar este lado, talvez até vivenciá-lo às últimas consequências para mudarmos o rumo. Não é um bom prognóstico... Mas também não é o fim do mundo. Pelo menos de todo mundo, pode ser o fim de muitos e teremos um período doloroso para passar como humanidade, contudo é assim que a terra vem se desenvolvendo há bilhões de ano, a diferença agora é que estamos conscientes.


Namasté!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Cura pela Psicoterapia pode Reorganizar Circuitos Neurais




Os cientistas estão comprovando o que quem faz terapia já sabia há muito tempo!


Estudos mostram que as conexões cerebrais se modificam num processo terapêutico.

"Duas pesquisas, da Universidade de Amsterdã e da Universidade de São Paulo (USP), mostram que a psicanálise e a psicoterapia causam alterações em áreas neurais relacionadas à tomada de decisões e ao controle das emoções."

"As imagens revelaram que o grupo que fez o tratamento apresentou maior atividade no córtex pré-frontal. Além disso, os pacientes mostraram- se menos aflitos ao falar sobre suas recordações e relataram menor frequência de pesadelos e pensamentos recorrentes."



Para saber mais clique no link abaixo.


Cura pela Palara Psicoterapia pode Reorganizar Circuitos Neurais, aponta estudo - Neuropsicologia - Psicologado Notícias - Notícias sobre Psicologia: – Enviado usando a Barra de Ferramentas Google

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Diário de uma vida simples





Assiti na sexta feira dia 24 de Fevereiro um programa com Danuza Leão. E achei interessante a sugestão que ela deu, escrever diariamente sobre o que fazemos de nossa vida, coisas simples, como o preço da água de coco, a caminhada que fizemos, os amigos que encontramos, os pensamentos que tivemos, nossos questionamentos, nossa opinião sobre as notícias do dia e por aí vai. Segundo ela no futuro alguém pode achar isso um tesouro. Sem dúvida, antropólogos podem usar para compreender como vivíamos nesta época.

Acho que isto está sendo feito em blogs como este. Eu não relato muito o que vivo... Coloco aqui mais o que penso de determinado assuntos, mas achei interessante ser cronista de minha própria vida. Ela não me parece muito interessante (minha vida), mas alguém no futuro pode usar minhas palavras para entender melhor o caminho que a humanidade tomou. Pode ser de ajuda aos cientistas do futuro.

Ah! E ela disse também para não nos preocuparmos com a forma da escrita, não precisaríamos ser autores premiados, apenas relatar o que fizemos e pensamos já estava de bom tamanho. Achei a ideia boa.


E você?