terça-feira, 30 de junho de 2009

Desafio Lúdico III

Carmem do Anseios da Alma propôs um desafio. Olhar para uma imagem e criar algo relacionado à ela. Aí vai a foto:





É a foto de uma pessoa, aparentemente, vencendo a gravidade, muito descontraidamente e de forma cômica. Pensei que podia ser a foto de nossa Alma...

Sim! Acho que nossa alma anda exatamente assim. Divertindo-se com o impossível, pairando sobre a terra, olhando toda essa loucura e dizendo: Deixa eu abrir meu guarda chuva!

Poderíamos sempre andar assim, não é? Livres , leves, soltos; à lá Caetano Veloso: sem lenço e sem documento, indo para lugar nenhum, simplesmente saltitando, quase voando...Sem raiz...Sim essa é a nossa foto Alma! Pronto, decidi!



Namasté

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sexta-feira, 26 de junho de 2009

SABEDORIA, CORAGEM, FÉ


Um dia desses, num site de perguntas e respostas, foi perguntado; se encontrássemos um gênio da Lâmpada, que pedidos faríamos? Eram três pedidos, como de praxe.

A maioria das pessoas pediram dinheiro, saúde, paz mundial...
Eu também inicialmente teria esses pedidos, mas para não ser repetitiva tentei ver se havia outras coisas interessantes para pedir.


Concentrei-me, e deixei fluir... E três palavras apareceram em minha mente:

SABEDORIA - CORAGEM - FÉ

Achei fantástica a idéia, com essas três atitudes, eu não precisaria ter que pedir dinheiro, saúde, pois elas me trariam isso. Pensei se não estava sendo egoísta, pois só pedira coisas para mim, ao que me foi respondido mentalmente, que eu não sabia exatamente o que os outros queriam ou precisavam, e não era para pedir por ninguém deixando que os outros pedissem por si mesmos. Também essas características ajudariam no exercício de fazer o bem para os outros.

Com sabedoria, coragem e fé poderíamos vencer o mundo material, como dizia Buda. Mas o engraçado é que não precisaríamos de um gênio da lâmpada para isso, as três atitudes podem ser desenvolvidas, claro que vai levar tempo e esforço, mas é possível. Então agora eu convido a todos a desenvolverem sabedoria, coragem e fé.

Para dar um ponto de partida, procurei no dicionário o primeiro significado para essas palavras, aí está:

SABEDORIA – Grande conhecimento, Prudência, Moderação, Sensatez, Conhecimento justo das coisas, Conhecimento inspirado nas coisas divinas e humanas, Esperteza, Astúcia.

CORAGEM – Bravura, Energia, Disposição, Audácia, Atrevido, Afoiteza, Ânimo, Arrojo, Decidido, Valentia, Inovador, Impetuoso.

– Firmeza na execução de uma promessa ou de um compromisso, Crença, Confiança, Adesão e anuência pessoal a Deus, seus desígnios e manifestações, Afirmar como verdadeiro.


Se essas três atitudes estiverem presentes é garantido uma vida boa, para si e para os outros. É através delas que o amor se manifesta na terra. Quem é sábio, corajoso e tem fé está em Amor. E essa é a nossa natureza real.

Namasté!

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terça-feira, 23 de junho de 2009

Blogagem Coletiva - POR QUE TENHO UM BLOG?


Esse texto foi proposto por Vanessa do Fio de Ariadne como uma blogagem coletiva sem data específica. Para ver outros participantes clique no nome do blog.




No início de 2008 comecei escrevendo uns textos sobre assuntos que abordava em meu trabalho; e tive vontade de compartilhá-los com meus clientes. Então comecei imprimindo e distribuindo-os para essas pessoas. Até uma delas me sugerir que eu os enviasse por e-mail, poupando assim a natureza, achei a ideia boa e passei a enviá-los via internet.

Foi assim por alguns meses até uma outra pessoa sugerir que colocasse os textos num blog...Aí achei mais complicado e me deu um pouco de medo. Pensei que blog fosse coisa para gente mais interessante do que eu e ainda fiquei meio cabrera de ter cobrança e ficar obrigada a atualizar sempre, coisa que, na época, não queria.

Essa pessoa que sugeriu, me acalmou e disse não ser preciso tanto drama, que eu não precisava atualizar e que podia ser algo mais leve; me acalmei e perguntei: Como se faz isso? Ela me explicou tudo e em Outubro de 2008, nasceu o Múltiplas Realidades, neste ponto seria um depósito de textos sem grande pretenções... e foi assim até o final de Janeiro de 2009, quando descobri os widgets, olhando outros blogs; vi que podia saber quem e quantas pessoas me visitavam, fui atrás disso e o bicho me pegou... Comecei a fazer blogagens coletivas e a conhecer pessoas legais, achei ótimo receber comentários sobre o que eu escrevia e a ficar vaidosa de meu quadro de seguidores.

Assim o que eu temia se tornou realidade, hoje eu tenho um compromisso com o blog, faço postagens e respondo aos comentários; arranjei outro trabalho, mas que é muito gostoso. Tenho desejo de ser lida por muitas pessoas e poder ampliar o trabalho que faço em consultório para mais pessoas. Acho que estou indo bem, pelo menos estou muito satisfeita!

Namasté!

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domingo, 21 de junho de 2009

Blogagem Coletiva - SOLTANDO O SOM

Qual é a Trilha Sonora de Sua Vida?


Fui educada por uma pessoa que gosta de música, meu pai, e desde pequena meu brinquedo favorito era uma vitrolinha portátil, vermelha, que até hoje tenho, presente de meus avós. Com ela eu sentava no chão e espalhava todos os vinis ao redor e ia tocando...Tornei-me eclética ouvia Roberto Carlos, Chico Buarque, Caetano (adorava a filha da Chiquita Bacana), Elisângela, Tim Maia, Earth Wind and Fire, Diana Ross, Salsas, Boleros, Big Bands, Quarteto em Si, Os Beatles,As Frenéticas...

Gostava muito de dançar então tudo que me fazia (e faz) balançar eu gostava, tudo isso antes dos 15 anos, porque nessa idade meu gosto parou num fenômeno: Menudos e eu só ouvia isso, eu dançava sua coreografia, queria casar com todos (é, um dia eu quis casar!) e por aí vai; depois passei a outro fenômeno, Michael Jackson e ficava de meias fazendo o moon walker.

Veio o rock in Rio e eu descobri Nina Hagen, James Taylor e as bandas brasileiras dos anos 80, Paralamas, Titãs, Blitz, Legião Urbana, Kiko Zambianchi, Léo Jaime, Marina, Barão Vermelho, Lulu Santos, Rita Lee...Veio também as trilhas sonoras de filmes, porque de novelas eu tinha todas, Amor sem fim, tocava"sem fim", em minha casa, ainda tinha De Volta para o Futuro, Flashdance, Footloose, Menino do Rio, Bete Balanço, Hair, adolescente é exagerado mesmo! Tinha um namorado que me apresentou Iron Maiden, Marillion. Mas eu preferia Asia, Tito, Journey.

Mas para frente descobri Mozart em Amadeus(filme) e me apaixonei por sua música, logo depois conheci as Quatro Estações (Vivaldi) e La Boheme (Puccini), gosto de ópera; tenho Aída, A flauta Mágica, Carmem, Carmina Burana.

Por causa de meu companheiro passei a apreciar melhor bossa nova; João Gilberto, Nara Leão, Vinícios, Toquinho, Tom Jobim, Carlos Lira, Dorival Caymmi e seus filhos, Gonzaguinha, Elis, Raul Seixas e muitos outros.

Por causa de Wood Allen gostei de Jazz e blues, vieram, Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Edith Piaf...

Agora estou numa onda de MPB dos mais recentes, Lenine, Vanessa da Mata, Skank, Jota quest, Ana Carolina, Cidade Negra, Arnaldo Antunes, Zeca Baleiro, Ed Mota, Marisa Monte, Maria Rita, Bebel Gilberto, Adriana Calcanhoto, Chico Cézar, Comadre Florzinha, Paulinho Moska, Pato Fu, Fernanda Porto, Zélia Duncan e outros.

Estrangeiros eu estou ouvindo James Blunt, Cocteau Twins, 10.000 Maniacs, U2, Dire Straight, Simply red, Dido, Suzanne Vega, Amy Winehouse, Madredeus...

E por fim muuuuito New Age, principalmente Corciolli, Enya, Loreena MacKennett.

Bom é isso, tenho um limite musical, não gosto de música eletrônica, nem os bregas, funks e forrós muito modernos, gosto dos antigos, Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho e mais recentemente Fala Mansa. Ah! gosto de Zeca Pagodinho e algumas músicas sertanejas, Sérgio Reis, Almir Sater. Olha, a lista é grande, acho que depois publicarei separadamente só uma lista de músicas que eu gosto!



Esta postagem faz parte da Blogagem Coletiva, proposta por Vanessa do Fio de Ariadne


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quarta-feira, 17 de junho de 2009

POBRE COITADO


Precisamos parar com essas ideias de que pobre é coitadinho. Pobre é apenas um ser humano que, por circunstâncias internas ou externas não teve habilidade suficiente para arrecadar dinheiro para sua sobrevivência e além. Acho que está na hora de abandonarmos a visão cristã de pobre, que leva essas pessoas a se colocarem sempre no papel de vítima.

As pessoas que estão (olhe bem elas "estão", não "são") pobres precisam urgentemente deixar de esperar o Salvador e salvarem a si próprias. É muito cômodo ficar na posição “eu sou pobre, coitado de mim, porque o mundo quis assim, as pessoas são desumanas e não me ajudam”. Essa postura nos leva à paralisa, à falta de mudança.

Também a desculpa, de falta de estudo e saúde, porque os outros não dão, está boa de acabar. Já tem ONG, gringo e artista numa quantidade boa para essas pessoas se modificarem. Já foi colocada uma quantidade de projetos suficientes para começar uma revolução, mas não, a postura continua católica, os pobres precisam ser pobres para o gesto magnânimo aparecer. Então cada um faz seu papel direito. Magnânimo e pobre.

Quando vamos ser autônomos, independentes, responsáveis pelos nossos avanços e retrocessos, nossas bem-aventuranças e desgraças?

Apontar para o outro e dizer a culpa é sua é cômodo. Olhar para si e dizer, só quem muda minha vida sou eu, é trabalhoso. E sem garantias .
Então preferimos a primeira opção.

Namasté!



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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Tertúlia Virtual: QUE LUGAR TE FAZ SENTIR EM CASA?


Pode parecer pouco criativo e um tanto fora da proposta da Tertúlia, o que vou contar, mas o lugar que me sinto em casa é a cidade em que moro, mais precisamente o meu bairro.

Explico; passei parte de minha vida achando que eu tinha nascido no lugar errado. Eu não me sentia "da terra", achava que era de outro lugar. Cheguei a pensar até, que tinha vindo de outro planeta! Sério! Mas ninguém achou que precisava me internar. Pois bem, me sentir em casa no próprio lugar em que nasci foi difícil. Então agora que eu me sinto confortável, como se não fosse uma estrangeira, eu me sinto feliz.

E agradeço, pois quem me colocou aqui, sabia o que estava fazendo. A cidade não é tão grande, é quente, tem mar (há dez minutos, à pé, de minha casa). Eu não gosto de aglomerado de pessoas, não me dou bem com o frio e muitas vezes o mar acolheu minhas angústia, limpando-as como só Iemanjá sabe fazer...Precisei sair de casa, como Dorothy, do mágico de Oz, para saber que não existe lugar como o lar. Gosto desse lugar e hoje me sinto confortável nele, sei que não vou ficar para sempre, é só turismo espiritual, volto para casa quando acabar a aventura!



Esta postagem faz parte da Tertúlia Virtual, promovida por Jorge Pinheiro (Expresso da Linha) e Eduardo P.L. ( Varal de Idéias), que ocorre todo dia 15 de cada mês.
Mais participantes do Tertúlia Virtual, Aqui
Ou no Tertúlia Virtual



Leia Também a Tertúlia de Maio: Ilha Deserta

sexta-feira, 12 de junho de 2009

PORQUE AINDA TEMOS UMA VISÃO MEDIEVAL DO TARÔ?


Estudo tarô há alguns anos. Nessa caminhada encontrei algumas pessoas interessadas na leitura de cartas. A maioria muito preocupada com seu destino, com o que lhe reserva a sorte, ou seja, com o que vem pela frente. Desde casamento à venda de bens, tudo isso sempre focalizando o plano material, prático, o resultado. Neste caso esquecemos de ver o que acontece antes, nos outros planos: mental, emocional e energético, determinantes do plano material.

Chamo a isso, uma visão medieval do tarô, pois se focaliza o mesmo assunto daquele tempo: a previsão do futuro. Evoluímos, criamos máquinas, estamos modernos, mas a nossa mente ainda está na idade das trevas, ainda buscamos a forma, a nosso ver, mais fácil de tomar decisões: saber o que vai acontecer, para então escolher se seguimos ou não o caminho. Não queremos responsabilidade com nada, tudo deve vir pronto de deus, do acaso, do desconhecido.


Não queremos assumir nossas próprias escolhas. Nossa mente e nosso emocional pararam no tempo, desejamos ainda ouvir os deuses, com poderes maiores que os nossos, para caminhar, ao invés de assumir o leme de nossas próprias vidas.


Num enfoque contemporâneo encontramos a palavra auto conhecimento, nos alertando para a responsabilidade de que se algo está acontecendo em minha vida, tem a ver comigo, eu sou responsável. E não mais lanço mão da ladainha de responsáveis: pais, amigos, governo,etc... No lugar disso, tento observar nas minhas escolhas, muitas vezes inconscientes, o que foi feito para estar em determinada situação. Não é uma abordagem fácil, o que nos faz voltar rapidamente à Idade Média e perguntar: Mas... O quê vai acontecer?


Assumir responsabilidade não é tarefa das mais amenas, porém é o que o tarô nos traz dentro do enfoque contemporâneo, no qual sorte e destino podem ser encarados além dos seus significados convencionais, até agora almejado pelas pessoas, que se vêem como vítimas e não como agentes desse destino. Dentro dessa nova visão, sorte e destino não são mais sinônimos, e sim, duas palavras que se complementam. Dentre os significados sugeridos pelo Aurélio encontramos, destino como direção, lugar para onde se dirige algo ou alguém. E sorte como modo ou maneira de se fazer algo. Juntos temos, na sorte e destino, uma maneira de se chegar a um lugar, a um objetivo.


Numa leitura de tarô, ou qualquer outro oráculo, pode-se observar o que já temos para melhor fazer esta viagem, o que nos falta e o que está bloqueando a passagem. Por exemplo, você deseja esquiar nos Alpes Suíços, este é o seu destino, onde você quer chegar, mas você mora no Nordeste brasileiro; na mala, nosso conjunto de experiências, só existem shorts e camisetas que lhe servem muito bem aqui, mas ainda faltam capotes, esquis, roupas quentes... E ao planejar a viagem você descobre um antigo medo de avião o que lhe impede de voar a seu “destino”.

O objetivo de uma leitura de tarô é perceber, mais facilmente, o que se tem, o que falta e o que bloqueia a passagem para levá-lo até onde você quiser. Não precisamos adivinhar o futuro, pois ele é onde queremos chegar, apenas conseguiremos mais consciência do que realmente se pode fazer para alcançá-lo.

O que mais pode acontecer, além disso, é se escolher uma alternativa, tanto do destino, como da forma de atingi-lo, por exemplo: decidi que agora não quero enfrentar o medo de avião. Posso utilizar outro meio de transporte? Optar por outro destino?Tendo maior consciência do que se está fazendo, ou do que se está evitando pode-se exercer livre arbítrio. Saber como usá-lo é a função do tarô hoje, pois coloca-nos em contato direto com o presente, dando-nos a chance de compreender de forma ampla à realidade vivida e aceitá-la, para que haja então real transformação e crescimento interior.

O tarô é ótimo instrumento para nos conhecermos melhor. É um espelho que reflete nossos vários níveis, do mental ao material e nos ajuda a ver e corrigir imperfeições, não as mascarando, e sim, realizando uma profunda alquimia.
Sendo assim, seu sonho dourado, seu final feliz, mesmo não sendo aquele imaginado a princípio, pode ser encontrado de uma forma mais rápida e trazendo maior grau de bem estar.

Namasté!

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terça-feira, 9 de junho de 2009

Apontar o Dedo para Nós



"Em primeiro lugar, deveríamos avaliar nossa própria atitude para com os outros e verificar constantemente se estamos agindo bem. Antes de apontar o dedo para os outros, devemos apontá-lo para nós mesmos. Em segundo lugar devemos estar preparados para reconhecer nossos erros e procurar corrigi-los."

Fonte: Palavras de Sabedoria, Dalai Lama- Ed. Sextante.


Não poderia começar melhor, essa sessão! O Dalai Lama está falando do espelhamento, aquilo que criticamos nos outros está, provavelmente, em nós também. Jesus já falava disso quando aponta a trave do olho da gente. Mas ainda hoje não usamos essa estratégia de auto conhecimento de forma adequada, continuamos preferindo só apontar no outro, sem ter a coragem de verificar as nossas próprias falhas e, pasmem, nossas virtudes também!

Namasté!


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sexta-feira, 5 de junho de 2009

SER GENTIL OU AGRADAR OS OUTROS?


Estava pensando sobre o que dizem que é ser gentil... E descobri que o que ensinam sobre gentileza é: Não desagrade o outro.

Uma vez me presentearem com uma fruta que não gosto, eu agradeci o presente e o gesto da pessoa, mas disse que não gostava daquela fruta e a pessoa de desconcertou, fui tachada de descortês, quando apenas gostaria que a pessoa me conhecesse melhor, para dar o presente certo na próxima vez. Eu desagradei tá certo, mas a pessoa me conheceria melhor!

Acho que confundimos gentileza com agradar, por uma outra ótica, eu estava sendo gentil ao informar ao outro dos meus gostos; e não deixei de apreciar o gesto, mas não comeria algo que não gosto só para agradar.
Penso que gentileza tem a ver com doçura e calor e não com mentiras. Posso ser muito calorosa ao dizer um não e frustrar alguém. Posso ser muito grosseira em deixar o outro se enganar sobre mim. Não somos tão frágeis que não agüentamos uma ou outra frustração. Não somos cristais que o vento quebra.

Gentileza definitivamente não deveria ser sinônimo de mentira, mas é, tanto que muitos desconfiam de elogios, achando que é só uma forma de ser “gentil”. Temos até uma frase para isso: “Não... É gentileza sua...” para dizer que aquilo não é verdade e sim que o outro está sendo bonzinho. Vamos acabar com isso! Vamos atrelar sinceridade à cortesia, vamos ser verdadeiramente gentis!!

Namasté!

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quarta-feira, 3 de junho de 2009

As Sete Leis Espirituais do Sucesso


Deepak Chopra
Tradução de Vera Caputo
53ª Edição
Rio de Janeiro: BestSeller, 2008
ISBN - 978-85-7123-539-7
Copyright 1994
104 p.

Neste livro, Chopra discorre sobre os princípios seguidos pela natureza para criar o que existe na terra,o processo pelo qual o não manifesto transforma-se em manifesto.

Espírito, mente e corpo são essencialmente a mesma coisa e vêm do mesmo lugar. O campo de potencialidade pura, que é o não manifesto. Ele diz que qualquer coisa que desejemos pode ser criada, porque as mesmas leis que a natureza usa para cria a terra podem realizar nossos desejos mais profundos. Basta conhecer as leis espirituais e aplica-las na nossa vida.

As leis estão organizadas em sete que se complementam, em cada capítulo se aplica uma e no final são propostos exercícios, fáceis para a prática diária das leis. É um livro para ser usado, praticado.

Na verdade o livro deveria ser As sete Leis da Criação e não do Sucesso, pois tudo que manifestamos, seja bom ou mal, vem desse processo, a diferença é que podemos, através do conhecimento, direcionar esse poder para nosso benefício de da comunidade em que vivemos.


Boa leitura!


segunda-feira, 1 de junho de 2009

O Imperador


Oráculo de Junho: Arcano IV - O Imperador



Palavras Chave: Ânimus, poder, aspecto masculino (no homem e na mulher)

"Esta carta corporifica a qualidade do princípio masculino, suas características são: força, estrutura, vontade e ação.
representa a autoridade masculina, a paternidade, aquele que domina e forma a matéria, o iniciador, o líder.
Quando se tira essa carta, está sendo encorajado a reconhecer as esferas de sua força masculina e expressá-la intrepidamente."


Afirmação:
Desenvolvo meus aspectos masculinos e lhes dou expressão.


Fonte : O Tarô espelho dos Relacionamentos. Gerd Ziegler.



Floral - Vine
A flor da autoridade, para quando temos problemas com poder e autoridade interna ou externa. Para liderar sem a necessidade de dominar. Age com base em sua própria força que enriquece os outros .



Momento de se organizar, planejar e agir, colocar a força de vontade para trabalhar, não deixar para depois, realize seus projetos, concretize algo, nem que seja uma arrumação nas gavetas. Boa época de começar coisas, um curso, trabalho, um negócio. No relacionamento é preciso ser assertivo agora, ou seja, afirmar suas necessidades, princípios, gostos, com clareza e determinação.
Hora de ser firme, decidido, não titubear, agir com a cabeça, o pensamento, utilizar seu lado prático e objetivo.
Exercitar a autoridade, ter o poder de tomar decisões e agir, reafirmar sua competência, dominar um conhecimento, ter capacidade de influenciar.