segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O que perguntar ao tarô?


Trabalho com o tarô partindo do que quero aconteça. Por exemplo, quando vamos perguntar às cartas algo, já temos em mente um desfecho desejado, mesmo que este seja uma decisão a tomar. Então parto do princípio que tudo que quero posso realizar, sobrando ao tarô dar dicas sobre minhas potencialidade e limitações e a ação mais correta para aquele projeto, neste momento. Então a pergunta fica assim: Como estou, o que eu preciso fazer e o que não é útil fazer agora para chegar num determinado lugar (decisão,namoro, trabalho próspero, relação harmoniosa com a família,etc.)

Desse modo jogamos a força de volta para nós e criamos autonomia. Não precisamos descobrir o que vai acontecer, porque já sabemos! O que vai acontecer é chegar a nosso “destino”, só falta saber o melhor caminho, agora.

Outra coisa é focar em cada área e a cada momento, pois cada estágio do caminho uma estratégia pode ser mais adequada que outra. Portanto ao avançarmos podemos ir fazendo consultas para uma re-avaliação de nossas forças e ações.

Acho que o uso do tarô dessa forma é mais útil, pois nos leva a autoconfiança sadia e a sensação de capacidade de realizar nossos projetos sem precisar descobrir o futuro. De quebra você ainda leva mais auto conhecimento. No final de uma jornada você sai sabendo melhor o que é bom e o que não é para você!

Namasté!

Leia também:
O Tarô - orígens
Porque ainda temos uma visão medieval do tarô?
O poder da mentalização

6 comentários:

  1. O que reparei nos jogos de tarô é justamente o que vc diz. Eu não sei jogar, mas quando solicito a alguem, parece que a resposta é a que eu já imaginava ouvir. Deve ser como ouvir nossa consciencia. Talvez possa ver algo mais a frente, mas eu não acredito muito nisso, nunca vi alguem acertar. É palpite.

    Bjs

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  2. Sissym:

    Esse é um dos motivos pelo qual não uso o tarô para previsão de futuro...
    Prefiro vê-lo como um amigo que vê mais longe que eu ou que viveu mais, e que pode me dar bons conselhos para agora. E quanto a isso o tarô sempre me ajudou em 19 anos.
    Bjão!

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  3. Nanda,
    foi exatamente este primeiro parágrafo que me chamou a atenção. Alguns conhecidos meus do "meio", praticam por semelhante visão, o que se referem por "poder ou magia pessoal", ou seja, o Tarô como fonte de poder de conquistar o que focam para suas vidas. Uma linha mais mística de vivenciar o Tarô como ferramenta de poder e magia pessoal.
    E sei que funciona muito bem mesmo!

    Beijos.

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  4. Gostei muito do texto. "Devolver" o poder de ação através da consciência é uma forma muito útil de se usar o Tarot. É bom se desviar um pouco da estrada já batida da previsão, do "vai ser assim e assado...". Acrescenta mais, acho. E eu acho que isso não depende do fato de acreditarmos ou não em um destino pré-definido; acho que é mais questão de se focar na ação/reação do indivíduo.

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  5. Arierom:

    Adoro este tipo de "magia" a pessoal, nosso próprio poder!
    Venho anunciando ele, espero poder inspirar mais pessoas a desenvolvê-lo!
    Bjão!



    Leo:

    Muito bom! Vc entendeu o que eu quis dizer! Eu também acho que é um uso melhor do que o anterior.
    Deixa a gente independente e confiante na gente mesmo!
    Bjão!

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Oi queridos/das, adoro ler comentários, contribuam para o meu prazer! Obrigada.